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Acidentes no trânsito têm impacto de R$ 199 bilhões na economia
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Um estudo com base nos indicadores do seguro obrigatório de automóveis DPVAT, divulgado na segunda-feira (14) pela Escola Nacional de Seguros, revela que os acidentes graves ocorridos no trânsito brasileiro em 2017 provocaram impacto econômico de R$ 199 bilhões, ou o correspondente a 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

O valor equivale ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas, caso os acidentes não tivessem ocorrido. De acordo com o estudo, os acidentes no trânsito mataram 41,1 mil pessoas no ano passado em todo o país e deixaram com invalidez permanente, que as afasta da atividade econômica que exerciam, outras 42,3 mil.

O número de pessoas mortas ou com alguma sequela permanente subiu 35,5% de 2016 (61,6 mil vítimas) para 2017 (83,5 mil), o que significa que a perda produtiva subiu nesse percentual de um ano para outro. O resultado se aproxima do total de vítimas fatais e pessoas com sequelas registrados em 2015 (100,4 mil).

Impactos

Embora o impacto econômico provocado pelos acidentes no trânsito em 2017 tenha sido maior no Sudeste (R$ 76,71 bilhões), a perda em comparação ao PIB foi a menor entre as regiões brasileiras (2,15%). A maior perda foi encontrada no Centro-Oeste, equivalente a 4,86% do PIB.

Por estados, a maior perda foi observada no Tocantins (7,09% do PIB), seguida do Piauí (6,42%) e Rondônia (5,87%). Já em números absolutos, São Paulo apresentou o maior impacto econômico em função dos acidentes de trânsito: R$ 30,91 bilhões. Em seguida, vêm Minas Gerais, com R$ 19,50 bilhões, e Rio de Janeiro (R$ 15,52 bilhões).

O estudo revelou que o maior número de mortes no trânsito ocorreu na Região Sudeste (14,01 mil), mas quando se consideram mortes mais sequelas permanentes, a liderança é exercida pelo Nordeste (29,3 mil). “Para ter uma ideia, em São Paulo morre quase a mesma quantidade de pessoas que a Região Sul. Só no estado de São Paulo, morrem 6,1 mil pessoas por ano, enquanto na Região Sul são 6,6 mil”.

Educação

Natália Oliveira ressaltou que o objetivo da sondagem é chamar a atenção para a necessidade de investimentos nessa área. “No momento em que a gente consegue quantificar monetariamente esses números, a gente espera que o governo consiga melhorar a punição, fiscalização, educação, que são os pilares para a redução dessa estatística”. Ela acredita que somente assim se poderá reverter esse quadro.

Ela acredita que quando há uma maior punição para os responsáveis pelos acidentes, o efeito é imediato no sentido de redução dos sinistros. Já o maior investimento em educação tem um retorno a longo prazo, mas que se mostra mais eficiente e mais consciente.

 

Fonte: Setcesp

Transportadores estão otimistas com o programa Conecta
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Os transportadores representantes de todos os modais comemoraram o lançamento do programa Conecta e acreditam que ele trará as inovações que o setor precisa. A iniciativa da CNT (Confederação Nacional do Transporte) foi criada para apoiar o desenvolvimento de startups que oferecem soluções inteligentes para desafios do setor de transporte e logística. O programa é realizado em parceria com o BMG UpTech e tem inscrições abertas até HOJE.
Para Francisco Cardoso, presidente da ABTI (Associação Brasileira de Transportadores Internacionais), a proposta da CNT vem no tempo certo. “Alguns empresários ainda não conseguiram entender o momento de transformação.  A gente sempre acha que a disrupção nunca vai acontecer com a gente, que está longe, mas temos um inimigo invisível de fora. Quem não inovar vai ficar para trás”, alerta.
Cardoso explica que o modal rodoviário de cargas carece de mudanças substanciais, como a chegada de aplicativos móveis e plataformas de frete que reduzam a ociosidade dos caminhões, que varia entre 30% e 40%, segundo ele. “Com essas tecnologias, as empresas podem compartilhar seus ativos tornando produtivas tanto a jornada do motorista quanto a utilização do seu equipamento”. Para ele, o diferencial do Conecta é executar grandes ideias dos empreendedores, dando a eles mentoria e investimentos para acelerar seus negócios.
Dimas Barreira, conselheiro da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), acredita que existe uma grande diferença de postura entre quem age e quem quer que o mundo fique como era no passado.  No setor rodoviário de passageiros, por exemplo, ele fala sobre a necessidade de soluções que flexibilizem a execução dos serviços. “A tecnologia vai garantir manutenção com mais facilidade e também vai permitir atender demandas de maneira mais objetiva”, observa. Outra possibilidade, de acordo com ele, é a interação com os usuários por meio dos smartphones. “A tecnologia já está transformando o setor e vai modificar ainda mais a maneira que a gente oferece o serviço. Precisamos estar preparados para isso”, ressalta.
De acordo com o presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Joubert Flores, as soluções tecnológicas são o futuro da mobilidade urbana. Ele explica que, geralmente, os usuários de metrô têm disposição de caminhar entre 500 m e 700 m para chegar ao terminal. Mas, quando, a distância é maior que isso, eles acabam ficando desestimulados. “Os aplicativos propostos pelo Conecta podem criar maneiras de integrar dois modais, fazendo com que o passageiro ganhe desconto num táxi até a chegada no metrô, por exemplo. Eles podem facilitar essa integração gerando economia de tempo e de dinheiro”, argumenta.
Já para o presidente da Fetramaz (Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia), Irani Bertolini, o programa é uma solução para o setor porque investir em inovação é essencial para o momento. “O transporte é feijão com arroz há 50, 100 anos. Precisamos inovar. Eu vejo a roda redonda há 60 anos, mas alguém precisa inventar uma nova forma de fazer ela rodar”. Para ele, o setor aquaviário precisa de tecnologias que melhorem a qualidade e a maneira de operar as embarcações. Outra demanda é uma comunicação online mais efetiva. “Evoluímos muito pouco e carecemos urgentemente de transformações”, pondera.
Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), ressalta que o setor aéreo tem como um dos seus pilares a inovação e o estímulo às novas ideias. Por isso, a associação sempre atua junto a iniciativas que fomentem tais princípios, como o Fórum de Inovação da CNT. “O Conecta é uma iniciativa muito relevante, já que permitirá a entrada de novos atores no mercado e soluções inovadoras para desafios nas áreas de transporte e logística. Além de trazer benefícios para o presente, buscar ideias para a modernização do setor é de grande importância para onde queremos estar nos próximos anos.”
Fonte: http://www.cnt.org.br
Conheça os 6 Principais Tipos de Caminhão Existentes
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CONHEÇA AQUI OS 6 PRINCIPAIS TIPOS DE CAMINHÃO EXISTENTES

Você sabia que existem diferentes tipos de caminhão e que eles podem ser classificados de acordo com seu tamanho e capacidade máxima (em peso e cubagem), entre outros fatores? Essas características ajudam a definir o tipo certo de transporte para os diferentes tipos de cargas e trajetos, como em casos de regiões onde há restrição de trânsito para veículos grandes.

 

Para ajudar você a ficar por dentro do assunto, apresentaremos a seguir os 6 tipos de caminhão mais comuns utilizados no transporte de cargas. Continue conosco e descubra quais são eles!

  1. Veículo Urbano de Carga

Consiste em um veículo de menor porte, mais utilizado em áreas urbanas — essencial para os grandes centros que restringem a circulação de grandes caminhões. O Tamanho varia de 2,2 metros a 6,3 metros de comprimento e possui a capacidade máxima de 3 toneladas.

 

  1. Caminhões 3/4

Já esse caminhão possui o limite máximo de 4 toneladas por carga. Porém, vale ressaltar que o peso que ele suporta depende do tamanho da carroceria e da distância entre os eixos (que, nesse caso, são 2).

  1. Caminhão semipesado (Toco)

O Toco, como é mais conhecido, possui dois eixos — um na parte dianteira e outro na traseira — e geralmente possui um comprimento de 14 metros. A capacidade de carga é de 6 toneladas, o que faz com que o peso bruto (veículo + carga) seja de 16 toneladas, no máximo.

  1. Caminhão pesado (Truck)

Já o Truck, diferentemente do Toco, possui dois eixos duplos — um na parte dianteira e outro na traseira, este último ajudando na força do motor —, o que garante um desempenho um pouco superior. Também possui comprimento máximo de 14 metros, mas o peso bruto máximo é maior: 23 toneladas.

  1. Carreta

A carreta é um dos tipos de caminhão mais utilizado para o transporte de cargas. Ela possui duas partes bem definidas:

  • o cavalo, que é onde fica localizado o motor e a cabine. Pode estar atrelado a um ou mais semirreboques;
  • a carroceria, que é onde a carga é acondicionada para o transporte.

Existem 3 tipos principais. Sendo que:

Carreta com dois eixos

Chega a um comprimento máximo de 18 metros e pode transportar até 33 toneladas. A estrutura consiste em um cavalo mecânico (com 2 eixos) e semirreboque (com mais 2 eixos).

Carreta com três eixos

O comprimento também pode chegar a 18 metros, mas, por ter um eixo a mais, comporta um peso bruto maior: até 41,5 toneladas. Nesse caso, o cavalo mecânico também possui 2 eixos.

Carreta cavalo trucado

O comprimento é o mesmo dos dois casos acima (18 metros) e também conta com um semirreboque com 3 eixos — como no caso da carreta com 3 eixos. A diferença está no cavalo mecânico, que é trucado. Isso faz com que o veículo tenha uma estrutura reforçada que aumenta a capacidade em peso bruto, com limite de 45 toneladas.

  1. Tipos de caminhão combinado

Bitrem

Também é conhecido como Treminhão. Esse tipo de veículo possui duas articulações e uma combinação que conta com 7 eixos, garantindo uma capacidade de até 57 toneladas. Normalmente, a estrutura conta com um cavalo mecânico trucado.

Rodotrem

A estrutura conta com 3 articulações e é formada por um cavalo mecânico trucado e dois semirreboques, que estão ligados por um equipamento chamado Dolly (que está atrelado à 5ª roda). Ele possui uma capacidade máxima de 74 toneladas, mas, vale ressaltar, precisa de autorização especial de trânsito (AET) para circular.

Os tipos de caminhão são diversificados dessa forma para que os gestores tomem decisões mais acertadas na hora de planejar a consolidação das cargas e seu devido transporte. Assim, torna-se possível otimizar os custos e ainda atender a alguma exigência ou restrição.

 

Fonte: Bloglogística

Você sabe o que é Logística Sustentável
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Uma das tendências mais relevantes no meio empresarial engloba o conceito de sustentabilidade e suas ramificações no processo produtivo. Sua importância reside na tentativa de encontrar um equilíbrio entre a utilização dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente para as futuras gerações.

 

Todos esses fatores são combinados com uma demanda da própria sociedade, que exige que as organizações sejam responsáveis pelo espaço que degradam. Por isso, é preciso tornar a logística sustentável uma realidade em todos os segmentos da economia e no cotidiano das pessoas.

A sua empresa também é capaz de ser ecologicamente correta. Quer saber como? Continue com a leitura deste artigo.

Qual é o conceito da sustentabilidade?

Sustentabilidade é um termo que remete ao futuro, mais especificamente aos recursos naturais disponíveis para suprir a vida nos próximos séculos. Essa expressão também representa a forma como as pessoas e organizações interagem com a natureza.

Quando considerada pela ótica do mercado, a sustentabilidade pode ter foco econômico. Isso quer dizer que medidas que buscam melhor utilização dos recursos podem resultar em benefícios financeiros.

Já o significado mais amplo do desenvolvimento sustentável prima pela preservação ambiental que não é motivada pelo lucro. Ou seja, mesmo que não haja incentivos, a natureza deve permanecer intacta para o próprio bem da sociedade.

Portanto, constitui também uma responsabilidade, tanto de empresas como de indivíduos, trabalhar rumo à conservação ambiental.

Como implementar a sustentabilidade em sua operação logística?

Os projetos relativos à sustentabilidade no campo da logística devem partir do princípio de que é possível obter resultados financeiros ao mesmo tempo em que se estabelece o respeito ao meio ambiente.

A criação de políticas sustentáveis deve estar inserida de forma eficaz no planejamento estratégico das organizações e integrada em sua cultura organizacional para obter melhores resultados.

Com isso, é possível desenvolver diretrizes para guiar as ações necessárias para a execução do plano de logística sustentável.

Um dos exemplos de empresas que modificaram sua estrutura para acomodar suas políticas ambientais é a Coca-Cola. Uma parte de seus produtos é retornável, o que motiva a reutilização de embalagens.

A sua operação logística também foi adaptada para que o mesmo veículo que entrega as bebidas realize a coleta das garrafas vazias.

Mesmo pequenas empresas são capazes de instituir iniciativas socioambientais bem-sucedidas, ainda que em menor escala, tais como:

  • redução do consumo de papel e dos insumos de impressão;
  • utilização de lâmpadas de maior eficiência energética para reduzir o consumo de energia elétrica;
  • priorização da utilização de veículos novos e mais eficientes quanto ao consumo de combustível e à produtividade;
  • otimização das rotas de entrega para realizar um maior número possível de remessas em uma única viagem;
  • incentivo à utilização de embalagens recicláveis ou reutilizáveis;
  • conscientização sobre o correto descarte do lixo e rejeitos;
  • estímulo ao abastecimento de combustíveis menos poluentes, como o etanol e o biodiesel.

Entre as empresas brasileiras, a Natura investe recursos consideráveis para construir uma imagem ecológica. Essa atitude integra seu processo produtivo e cria um importante fluxo de reciclagem das suas caixas, bem como busca reduzir a utilização de plástico com a comercialização de refis e embalagens mais econômicas.

Porque vale a pena investir em projetos de sustentabilidade?

A principal razão é descrita como a construção de uma relação saudável com a natureza e sua repercussão na comunidade. Esse tipo de medida tem potencial para desenvolver uma imagem organizacional positiva.

Para facilitar a compreensão, os resultados das ações voltadas para a preservação do meio ambiente devem ser expressos em valores tangíveis para a percepção de suas vantagens.

Assim, é preciso falar em hectares quadrados de floresta revitalizados e em quantidades de nascentes de rio recuperadas para despertar interesse.

Além dos aspectos econômico e mercantil, a sustentabilidade contribui para a ampliação de empreendimentos mais conscientes, como é o caso do papel desempenhado pela logística sustentável nas transportadoras.

 

Fonte: bloglogistica

Caminhões que podem ser dirigidos com CNH de carro
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Você sabia que é possível dirigir caminhões usando Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do tipo B, a mesma de carros? O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que o motorista pode dirigir veículos cujo peso bruto total (soma do peso do veículo mais a capacidade de carga) seja igual ou menor que 3,5 quilos. Entram nessa categoria desde vans com opção chassi até pequenos caminhões. Só que, para exercer atividade remunerada com veículos, o motorista deve pedir ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que essa informação seja incluída em sua CNH. O processo inclui a realização de um exame psicológico no ato da solicitação e a cada renovação do documento, sendo que o valor desse exame varia de acordo com cada estado.

Veja abaixo a lista de modelos que podem ser conduzidos por motoristas com CNH B:

Volkswagen Delivery Express

O menor membro da família de caminhões da Volkswagen chega às concessionárias neste mês, e é o único modelo da marca que pode ser dirigido com CNH B. Traz uma série de semelhanças com os carros da marca, como o visual do quadro de instrumentos, da alavanca de câmbio e dos botões no console central. Tem volante regulável em altura e profundidade, e pode receber, opcionalmente, ar-condicionado. Segundo a Volkswagen, seu airbag de passageiros é o maior da América Latina, com 160 litros.

Hyundai HR

Sua lista de equipamentos inclui travas e vidros elétricos e direção hidráulica, mas não é possível ter ar-condicionado nem como opcional. Tem capacidade para 3 passageiros.

Kia Bongo

O Bongo é o “primo” do Hyundai HR. Os dois compartilham a base e o conjunto mecânico, embora o Bongo tenha capacidade de carga ligeiramente maior. Uma outra diferença é que o Bongo não é produzido na mesma fábrica do HR, mas importado do Uruguai. Apesar da distância geográfica de fábricas, o nível de equipamentos dos dois modelos é semelhante. O Bongo também não possui ar-condicionado e traz direção hidráulica e vidros elétricos.

Mercedes-Benz Sprinter

A Sprinter pertence à divisão de vans da Mercedes-Benz, mas o modelo possui uma versão chassi, com peso bruto total de 3,5 quilos. São duas opções de carroceria: com entre-eixos de 3,67 metros ou 4,33 metros. Na sua versão mais comprida, pode chegar a quase 7 metros, o maior modelo desta lista. Sua lista de equipamentos tem como itens opcionais ar-condicionado, volante multifuncional e controle de velocidade de cruzeiro. Vale lembrar que a Sprinter ganhou uma nova geração há pouco.

Iveco Daily 35S14

Quando equipado com todos seus opcionais, o Daily se torna tão equipado quanto um automóvel. Há ar-condicionado, travas e vidros elétricos, controle de velocidade de cruzeiro, retrovisor com aquecimento e central multimídia com navegação. Mas sua lista de itens de série é mais modesta, incluindo apenas direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura e computador de bordo.

Foton Minitruck 3.5-14 ST/DT

O Minitruck 3.5-14 tem versões com eixo traseiro com roda simples ou dupla. Ele também é cerca de 1 metro mais comprido, além de ter um motor 20 cavalos mais potente que o 3.5-12, que chega ao Brasil ainda no primeiro semestre. Sua lista de equipamentos é bem completa, incluindo ar-condicionado, direção hidráulica, volante regulável, travas e vidros elétricos e rádio com entrada USB.

Jac V260

O V260 é o menos potente da turma, fruto de seu motor de menor cilindrada. No entanto, seu preço é o mais baixo e sua lista de equipamentos é bastante completa, sem opcionais. Traz, de série, ar-condicionado, direção hidráulica, rádio, travas e vidros elétricos e até uma câmera frontal, que grava o que acontece no trânsito e promete baixar o valor do seguro.

Fiat Ducato Chassi

Um dos mais recentes lançamentos do segmento, a Ducato ganhou uma nova geração. E, pela primeira vez, há uma opção chassi-cabine. Importada do México, traz o mesmo motor do modelo anterior, um 2.3 de 130 cavalos aliado ao câmbio manual de 6 marchas. Assim como em outros modelos, o ar-condicionado e o ajuste elétrico dos retrovisores são itens opcionais. Tem direção hidráulica e carregador USB de série.

Renault Master

A Master foi a van mais vendida do Brasil em 2017, mas a Renault também oferece uma versão chassi, que, de acordo com o implemento, pode ser usada como um pequeno caminhão. Tem uma das melhores capacidades de carga desta lista.

Fonte: G1

Mercado de Galpões Logísticos Cresce
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A NAI Brazil realizou uma consultoria, o mercado de galpões logísticos deve crescer este ano na região Sul, com potencial de absorção bruta em torno de 145 mil metros quadrados, crescimento de 30% em relação a 2017.

Segundo a publicação, com a inflação sob controle e a economia ensaiando uma sensível recuperação, o varejo já dá sinais de melhora e é possível prever redução da vacância. O setor deve recuperar parte das perdas, mesmo com forte pressão dos clientes para que as empresas de condomínios logísticos baixem o preço. “Conforme o ciclo, o inquilino ainda terá mais poder de barganha mesmo com uma perspectiva de retomada da economia”, explica Rogério Luz, gerente da NAI.

Desempenho
A Região Sul terminou 2017 com um valor médio pedido por metro quadrado de R$ 17,08 ante R$ 16,55 no mesmo período em 2016. A absorção bruta foi de 120 mil metros quadrados em 2017 ante 224 mil metros quadrados em 2016. Já a absorção líquida foi de 88 mil metros quadrados, conta 109 mil metros quadrados em 2016.

Cenário nacional
Ainda que o primeiro semestre de 2017 tenha registrado pouca movimentação, a segunda metade do ano mostrou números animadores, que projetam cenário melhor para 2018, de acordo com a NAI Brazil. A expectativa é de que em dois anos a relação entre demanda e oferta esteja mais equilibrada.
A absorção bruta em 2017 ficou 24% abaixo do que foi registrado em 2016. A disponibilidade já esteve maior e foi sendo reduzida ao longo do ano, mas encerrou 2017 nos mesmos patamares de 2016, próximo a 26%. “Mesmo que a entrega de novos empreendimentos tenha sido menor se comparada aos anos anteriores, a absorção líquida não evoluiu no mesmo ritmo e foi determinante para manutenção da disponibilidade ainda em patamares elevados”, informou o gerente nacional da NAI Brazil, Rogério Luz.
Ainda de acordo com Luz, o valor médio pedido por metro quadrado, no país, foi de R$ 19,03, ante R$ 19,29 no trimestre anterior. No estado de São Paulo, o preço pedido passou de R$ 18,65 para R$ 19,18. A absorção bruta no mercado paulista foi de 900 mil metros quadrados, e a líquida, de 368 mil metros quadrados. Foram entregues 58 mil metros quadrados no estado de outubro a dezembro. A vacância ficou em 27%, abaixo dos 28,8% do fim de outubro.

 

Fonte:  Setcesp

Feliz dia do cliente! Vamos relembrar 10 dicas para uma relação duradoura
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Uma visão de muitos profissionais e equipes comerciais é de que o trabalho atinge o objetivo quando conseguem fechar uma venda. Mas é justamente aí que começa o verdadeiro processo comercial. Conquistar o cliente é oportunidade para desenvolver novos negócios. Continue lendo Feliz dia do cliente! Vamos relembrar 10 dicas para uma relação duradoura…

Negócios bilionários e a logística
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A Revista ÉPOCA  fez uma excelente matéria sobre as grandes empresas de vendas ON LINE,  vamos conferir — As empresas de comércio eletrônico gastam bilhões de dólares todos os anos para melhorar a administração de seus estoques e sistemas de logística. O maior desafio é garantir que haverá produtos disponíveis para entregar, no prazo combinado, ao consumidor. Manter itens demais em estoque pode acabar com a rentabilidade das companhias. Por fim, é preciso evitar fraudes. Continue lendo Negócios bilionários e a logística…

R$ 345 bilhões foram registrados em movimentação de cargas no País no mês de junho
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Segundo a AT&M Tecnologia, líder no processo de averbação eletrônica de transporte de cargas no país e responsável pelo registro e movimentação de quase 20 mil empresas do segmento, registrou no mês de junho R$ 345 bilhões em movimentação de transporte de cargas no País.

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