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Acidentes no trânsito têm impacto de R$ 199 bilhões na economia
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Um estudo com base nos indicadores do seguro obrigatório de automóveis DPVAT, divulgado na segunda-feira (14) pela Escola Nacional de Seguros, revela que os acidentes graves ocorridos no trânsito brasileiro em 2017 provocaram impacto econômico de R$ 199 bilhões, ou o correspondente a 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

O valor equivale ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas, caso os acidentes não tivessem ocorrido. De acordo com o estudo, os acidentes no trânsito mataram 41,1 mil pessoas no ano passado em todo o país e deixaram com invalidez permanente, que as afasta da atividade econômica que exerciam, outras 42,3 mil.

O número de pessoas mortas ou com alguma sequela permanente subiu 35,5% de 2016 (61,6 mil vítimas) para 2017 (83,5 mil), o que significa que a perda produtiva subiu nesse percentual de um ano para outro. O resultado se aproxima do total de vítimas fatais e pessoas com sequelas registrados em 2015 (100,4 mil).

Impactos

Embora o impacto econômico provocado pelos acidentes no trânsito em 2017 tenha sido maior no Sudeste (R$ 76,71 bilhões), a perda em comparação ao PIB foi a menor entre as regiões brasileiras (2,15%). A maior perda foi encontrada no Centro-Oeste, equivalente a 4,86% do PIB.

Por estados, a maior perda foi observada no Tocantins (7,09% do PIB), seguida do Piauí (6,42%) e Rondônia (5,87%). Já em números absolutos, São Paulo apresentou o maior impacto econômico em função dos acidentes de trânsito: R$ 30,91 bilhões. Em seguida, vêm Minas Gerais, com R$ 19,50 bilhões, e Rio de Janeiro (R$ 15,52 bilhões).

O estudo revelou que o maior número de mortes no trânsito ocorreu na Região Sudeste (14,01 mil), mas quando se consideram mortes mais sequelas permanentes, a liderança é exercida pelo Nordeste (29,3 mil). “Para ter uma ideia, em São Paulo morre quase a mesma quantidade de pessoas que a Região Sul. Só no estado de São Paulo, morrem 6,1 mil pessoas por ano, enquanto na Região Sul são 6,6 mil”.

Educação

Natália Oliveira ressaltou que o objetivo da sondagem é chamar a atenção para a necessidade de investimentos nessa área. “No momento em que a gente consegue quantificar monetariamente esses números, a gente espera que o governo consiga melhorar a punição, fiscalização, educação, que são os pilares para a redução dessa estatística”. Ela acredita que somente assim se poderá reverter esse quadro.

Ela acredita que quando há uma maior punição para os responsáveis pelos acidentes, o efeito é imediato no sentido de redução dos sinistros. Já o maior investimento em educação tem um retorno a longo prazo, mas que se mostra mais eficiente e mais consciente.

 

Fonte: Setcesp

Excesso de velocidade é a infração mais cometida pelos motoristas
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Conforme dados da Polícia Rodoviária Federal, de um modo geral as infrações de trânsito cometidas pelos veículos de carga seguem a tendência daquelas cometidas por outros tipos de veículos que transitam pelas rodovias. E no que se refere a infrações de trânsito, o excesso de velocidade foi a mais cometida no ano de 2017, sendo que a maioria dos infratores estava até 20% acima da velocidade máxima permitida. Em seguida vem as infrações por deixar de acender os faróis em rodovias durante o dia, conduzir veículo sem equipamento obrigatório ou com equipamento em desacordo, conduzir o veículo em mau estado de conservação e ainda a falta de uso do cinto de segurança.

O excesso de velocidade é uma das principais causas de acidentes nas rodovias federais em todo o país. É também o grande responsável pela ocorrência de muitos acidentes graves, aqueles que geralmente resultam em mortes ou vítima com ferimentos graves, gerando danos irreparáveis para as famílias – que perdem seus entes queridos – e um alto custo social, uma vez que impacta o sistema público de saúde e a previdência social. Trata-se de uma questão de comportamento, pois se o motorista escolher por trafegar respeitando a sinalização da via e os limites de velocidade, certamente evitará ser multado e terá reduzida a chance de se envolver em acidentes graves.

O uso do farol aceso durante o dia nas rodovias torna o veículo mais visível para outros motoristas e também para pedestres e ciclistas, contribuindo assim para redução de acidentes. Uma alternativa é o motorista colocar um lembrete em algum local do veículo para não esquecer de acender os faróis, evitando ser autuado e contribuindo para um trânsito mais seguro.

Falta de equipamento obrigatório no veículo, ou em desacordo com as exigências legais, mais a falta de manutenção, também são fatores que podem contribuir para um risco maior de acidentes e maior tempo de deslocamento. O veículo pode sofrer uma pane e ficar parado até que o reparo seja feito. São fatores que estão ligados diretamente à segurança nas estradas e, consequentemente, também dos ocupantes.

O uso do cinto de segurança, por sua vez, ainda é uma infração recorrente, apesar das campanhas e da fiscalização, fator que pode determinar a gravidade de lesões e até causar morte dependendo do acidente. Observa-se que se o condutor mudar seu comportamento, obedecer às leis de trânsito e a sinalização da via, não correrá o risco de ser multado e contribuirá para um trânsito mais seguro.

 

Fonte: Setcesp

Maio Amarelo
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Com o lema “Nós somos o trânsito”, foi lançada, nesta quarta-feira (2), em Brasília, a quinta edição do Maio Amarelo, campanha internacional que chama a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os acidentes rodoviários matam, em todo o mundo, 1,25 milhão de pessoas por ano, e são a principal causa de morte de pessoas com idade entre 15 e 29 anos. Do total de mortes, 90% ocorrem nas estradas de países de baixa e média renda que detêm apenas a metade da frota de veículos do mundo.

No Brasil, de acordo com o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), mais de 37,3 mil pessoas morrem todos os anos no trânsito das cidades e rodovias do país. “É como se um avião de médio porte caísse todos os dias com 93 passageiros a bordo. É o que representa o número de vidas que perdemos [todos os dias] no trânsito em nosso país”, afirmou o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, durante o lançamento da campanha na capital federal. De acordo com Baldy, o objetivo do Maio Amarelo é articular os órgãos de trânsito nos estados, como os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), com ações do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Além de campanhas educativas, serão intensificadas, ao longo do mês, campanhas de fiscalização, como blitze de trânsito.

Em 2011, o Brasil aderiu ao programa da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2011-2020), pacto global que prevê a redução do número de vítimas no trânsito em 50% até 2020. De lá para cá, o Brasil conseguiu diminuir em 25% o número de mortes em acidentes automobilísticos.

Principais causas

Segundo a PRF, excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas, combinação de álcool e direção, falta de cinto de segurança e uso de celular ao volante são as cinco principais causas de acidentes de trânsito no país. “Nossa grande preocupação no momento é o uso de celular, pois, agora, com o WhatsApp, o celular potencializou ainda mais o risco de tirar a atenção do condutor”, acrescentou Renato Dias, da PRF.

Perguntado sobre a aplicação de tecnologias para bloqueio de celular por motoristas em trânsito, o ministro Alexandre Baldy diz que o governo estuda o tema, mas que a medida é complexa. “Temos que, primeiramente, educar e tornar cada vez mais conhecida dos usuários do trânsito, ou seja, daqueles que dirigem no dia a dia, a realidade de mortes em nosso país, que mata quase 100 pessoas por dia em acidentes. Em vez de banir a utilização de telefone no trânsito, que a gente possa ter a conscientização do motorista para não usar o aparelho enquanto dirige”, argumentou.

 

Fonte: Setcergs

Usuários de rodovias podem baixar pela internet as notas fiscais dos pedágios.
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Desde janeiro, usuários das rodovias paulistas podem obter documento fiscal da comprovação de pagamento por meio das páginas da internet das concessionárias. Em agosto de 2017, a Receita Federal publicou instrução normativa estabelecendo emissão de documento fiscal ou equivalente em praças de pedágio a partir de janeiro.

No dia 15 de dezembro, nova instrução normativa foi publicada pelo Diário Oficial da União contemplando a possibilidade de que o documento seja fornecido posteriormente ao pagamento nas praças de pedágio e disponibilizado ao usuário via internet. O serviço é oferecido por todas as 22 concessionárias que operam no Estado de São Paulo e também pelas concessionárias federais e de outros estados.

O Documento Fiscal Equivalente – DFE que é entregue atualmente nas praças de pedágio já é suficiente para a prestação de contas de despesas. Desde janeiro, ao acessar o site da concessionária, o usuário já pode também emitir um documento fiscal equivalente complementar em que constem informações adicionais como CPF ou CNPJ e o número da placa do veículo. A emissão documento fiscal estará disponível até sete dias após o pagamento do pedágio em dinheiro ou por sistemas de cobrança automática.

Para o usuário fazer a impressão do documento fiscal, deve seguir as seguintes orientações:

  1. Ao passar por uma praça de pedágio e pagar sua tarifa na cabine manual, guarde o Documento Fiscal Equivalente – DFE (recibo do pedágio) que comprova o pagamento;
  2. Acesse o website da Concessionária que administra a rodovia que você utilizou e informe os seguintes dados: número do DFE (recibo) de pagamento do pedágio, CPF ou CNPJ e placa do veículo.
  3. Usuários que pagarem pela cobrança automática poderão adotar o mesmo procedimento digitando no website o número do TAG (etiqueta eletrônica) ou da placa do veículo.
  4. O sistema gerará o documento fiscal que poderá ser impresso pelo usuário. Vale destacar que o documento fiscal estará disponível online até SETE dias para quem fizer o pagamento do pedágio em dinheiro e também para quem utiliza os sistemas de cobrança automática (tags/etiquetas eletrônicas).

Nada muda em termos tributários, tanto para as concessionárias quanto para o Governo do Estado de São Paulo.

Dicas de segurança. Para evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:

– Não entre na pista de pedágio automático se não tiver o tag ou se o tag estiver sem crédito ou desabilitado;

– Respeite o limite de velocidade máxima de 40 Km/h ao passar pelo pedágio;

– Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente;

– Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos;

– Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior a do seu veículo;

– Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca-alerta do seu veículo ligado até o atendimento.

 

Fonte: Setcesp

Conheça os 6 Principais Tipos de Caminhão Existentes
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CONHEÇA AQUI OS 6 PRINCIPAIS TIPOS DE CAMINHÃO EXISTENTES

Você sabia que existem diferentes tipos de caminhão e que eles podem ser classificados de acordo com seu tamanho e capacidade máxima (em peso e cubagem), entre outros fatores? Essas características ajudam a definir o tipo certo de transporte para os diferentes tipos de cargas e trajetos, como em casos de regiões onde há restrição de trânsito para veículos grandes.

 

Para ajudar você a ficar por dentro do assunto, apresentaremos a seguir os 6 tipos de caminhão mais comuns utilizados no transporte de cargas. Continue conosco e descubra quais são eles!

  1. Veículo Urbano de Carga

Consiste em um veículo de menor porte, mais utilizado em áreas urbanas — essencial para os grandes centros que restringem a circulação de grandes caminhões. O Tamanho varia de 2,2 metros a 6,3 metros de comprimento e possui a capacidade máxima de 3 toneladas.

 

  1. Caminhões 3/4

Já esse caminhão possui o limite máximo de 4 toneladas por carga. Porém, vale ressaltar que o peso que ele suporta depende do tamanho da carroceria e da distância entre os eixos (que, nesse caso, são 2).

  1. Caminhão semipesado (Toco)

O Toco, como é mais conhecido, possui dois eixos — um na parte dianteira e outro na traseira — e geralmente possui um comprimento de 14 metros. A capacidade de carga é de 6 toneladas, o que faz com que o peso bruto (veículo + carga) seja de 16 toneladas, no máximo.

  1. Caminhão pesado (Truck)

Já o Truck, diferentemente do Toco, possui dois eixos duplos — um na parte dianteira e outro na traseira, este último ajudando na força do motor —, o que garante um desempenho um pouco superior. Também possui comprimento máximo de 14 metros, mas o peso bruto máximo é maior: 23 toneladas.

  1. Carreta

A carreta é um dos tipos de caminhão mais utilizado para o transporte de cargas. Ela possui duas partes bem definidas:

  • o cavalo, que é onde fica localizado o motor e a cabine. Pode estar atrelado a um ou mais semirreboques;
  • a carroceria, que é onde a carga é acondicionada para o transporte.

Existem 3 tipos principais. Sendo que:

Carreta com dois eixos

Chega a um comprimento máximo de 18 metros e pode transportar até 33 toneladas. A estrutura consiste em um cavalo mecânico (com 2 eixos) e semirreboque (com mais 2 eixos).

Carreta com três eixos

O comprimento também pode chegar a 18 metros, mas, por ter um eixo a mais, comporta um peso bruto maior: até 41,5 toneladas. Nesse caso, o cavalo mecânico também possui 2 eixos.

Carreta cavalo trucado

O comprimento é o mesmo dos dois casos acima (18 metros) e também conta com um semirreboque com 3 eixos — como no caso da carreta com 3 eixos. A diferença está no cavalo mecânico, que é trucado. Isso faz com que o veículo tenha uma estrutura reforçada que aumenta a capacidade em peso bruto, com limite de 45 toneladas.

  1. Tipos de caminhão combinado

Bitrem

Também é conhecido como Treminhão. Esse tipo de veículo possui duas articulações e uma combinação que conta com 7 eixos, garantindo uma capacidade de até 57 toneladas. Normalmente, a estrutura conta com um cavalo mecânico trucado.

Rodotrem

A estrutura conta com 3 articulações e é formada por um cavalo mecânico trucado e dois semirreboques, que estão ligados por um equipamento chamado Dolly (que está atrelado à 5ª roda). Ele possui uma capacidade máxima de 74 toneladas, mas, vale ressaltar, precisa de autorização especial de trânsito (AET) para circular.

Os tipos de caminhão são diversificados dessa forma para que os gestores tomem decisões mais acertadas na hora de planejar a consolidação das cargas e seu devido transporte. Assim, torna-se possível otimizar os custos e ainda atender a alguma exigência ou restrição.

 

Fonte: Bloglogística

Você sabe o que é Logística Sustentável
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Uma das tendências mais relevantes no meio empresarial engloba o conceito de sustentabilidade e suas ramificações no processo produtivo. Sua importância reside na tentativa de encontrar um equilíbrio entre a utilização dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente para as futuras gerações.

 

Todos esses fatores são combinados com uma demanda da própria sociedade, que exige que as organizações sejam responsáveis pelo espaço que degradam. Por isso, é preciso tornar a logística sustentável uma realidade em todos os segmentos da economia e no cotidiano das pessoas.

A sua empresa também é capaz de ser ecologicamente correta. Quer saber como? Continue com a leitura deste artigo.

Qual é o conceito da sustentabilidade?

Sustentabilidade é um termo que remete ao futuro, mais especificamente aos recursos naturais disponíveis para suprir a vida nos próximos séculos. Essa expressão também representa a forma como as pessoas e organizações interagem com a natureza.

Quando considerada pela ótica do mercado, a sustentabilidade pode ter foco econômico. Isso quer dizer que medidas que buscam melhor utilização dos recursos podem resultar em benefícios financeiros.

Já o significado mais amplo do desenvolvimento sustentável prima pela preservação ambiental que não é motivada pelo lucro. Ou seja, mesmo que não haja incentivos, a natureza deve permanecer intacta para o próprio bem da sociedade.

Portanto, constitui também uma responsabilidade, tanto de empresas como de indivíduos, trabalhar rumo à conservação ambiental.

Como implementar a sustentabilidade em sua operação logística?

Os projetos relativos à sustentabilidade no campo da logística devem partir do princípio de que é possível obter resultados financeiros ao mesmo tempo em que se estabelece o respeito ao meio ambiente.

A criação de políticas sustentáveis deve estar inserida de forma eficaz no planejamento estratégico das organizações e integrada em sua cultura organizacional para obter melhores resultados.

Com isso, é possível desenvolver diretrizes para guiar as ações necessárias para a execução do plano de logística sustentável.

Um dos exemplos de empresas que modificaram sua estrutura para acomodar suas políticas ambientais é a Coca-Cola. Uma parte de seus produtos é retornável, o que motiva a reutilização de embalagens.

A sua operação logística também foi adaptada para que o mesmo veículo que entrega as bebidas realize a coleta das garrafas vazias.

Mesmo pequenas empresas são capazes de instituir iniciativas socioambientais bem-sucedidas, ainda que em menor escala, tais como:

  • redução do consumo de papel e dos insumos de impressão;
  • utilização de lâmpadas de maior eficiência energética para reduzir o consumo de energia elétrica;
  • priorização da utilização de veículos novos e mais eficientes quanto ao consumo de combustível e à produtividade;
  • otimização das rotas de entrega para realizar um maior número possível de remessas em uma única viagem;
  • incentivo à utilização de embalagens recicláveis ou reutilizáveis;
  • conscientização sobre o correto descarte do lixo e rejeitos;
  • estímulo ao abastecimento de combustíveis menos poluentes, como o etanol e o biodiesel.

Entre as empresas brasileiras, a Natura investe recursos consideráveis para construir uma imagem ecológica. Essa atitude integra seu processo produtivo e cria um importante fluxo de reciclagem das suas caixas, bem como busca reduzir a utilização de plástico com a comercialização de refis e embalagens mais econômicas.

Porque vale a pena investir em projetos de sustentabilidade?

A principal razão é descrita como a construção de uma relação saudável com a natureza e sua repercussão na comunidade. Esse tipo de medida tem potencial para desenvolver uma imagem organizacional positiva.

Para facilitar a compreensão, os resultados das ações voltadas para a preservação do meio ambiente devem ser expressos em valores tangíveis para a percepção de suas vantagens.

Assim, é preciso falar em hectares quadrados de floresta revitalizados e em quantidades de nascentes de rio recuperadas para despertar interesse.

Além dos aspectos econômico e mercantil, a sustentabilidade contribui para a ampliação de empreendimentos mais conscientes, como é o caso do papel desempenhado pela logística sustentável nas transportadoras.

 

Fonte: bloglogistica

Você Conhece a Lei do Motorista?
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A rotina de trabalho dos caminhoneiros não é nada fácil. Enfrentar horas a fio na condução de um veículo que exige destreza e segurança, sem falar na responsabilidade sobre a carga que está levando, costuma ser um trabalho árduo.

Em virtude disso, as discussões sobre melhorias na qualidade de vida no trabalho para estes profissionais tem sido alvo de debates há vários anos, o que culminou na Lei 13.103/2015, também chamada de Lei do Caminhoneiro. As alterações que ela trouxe, você vai saber agora mesmo:

Controle de jornada

A jornada do caminhoneiro sempre foi um tema delicado. Muitos dirigiam por 12, 16, 20 horas seguidas para cumprir com cronogramas apertados de entregas. O sono e o cansaço eram combatidos com muito café.

Para aliviar a pressão sofrida, a nova Lei do Caminhoneiro determina que a jornada destes profissionais é de 8 horas diárias, podendo ser estendida por mais 4 horas em situações excepcionais. No entanto, o que não fica claro é quanto ao início e término da jornada de trabalho.

Desconsiderando as 8 horas ininterruptas de descanso, o motorista tem 16 horas para distribuir as movimentações da carga, o que pode significar jornadas em horários noturnos, os quais demandam o pagamento de adicional noturno por parte do empregador.

Além disso, o controle da jornada passa a ser responsabilidade tanto da empresa contratante quanto do motorista: diários de bordo e rastreamento do veículo permitem saber se as regras estão sendo cumpridas.

Descanso

Como forma de facilitar o deslocamento e, ao mesmo tempo, garantir um bom descanso aos caminhoneiros, a Lei 13.103/2015 também alterou dispositivos da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho para que os motoristas possam descansar 8 horas consecutivas entre uma jornada e outra e mais 3 horas distribuídas ao longo do dia, coincidindo ou não com os 30 minutos de descanso a cada 5h30 de direção.

O fracionamento do descanso pode ser visto sob dois aspectos: um positivo, pois o caminhoneiro pode decidir quando parar; e outro negativo, pois o trabalhador pode ficar à mercê do comando do empregador para efetuar tal descanso. Tudo dependerá da relação entre contratante e contratado.

Tempo de espera

Este é o artigo mais contraditório da Lei 13.103/2015, pois afirma que o tempo de espera não configurará jornada de trabalho e só poderá ser considerado tempo de descanso a partir de 2 horas de espera.

O texto da Lei diz ainda que o caminhoneiro poderá fazer movimentações necessárias do veículo sem cômputo de tais ações como jornada de trabalho. No entanto, terá assegurado o descanso de 8 horas ininterruptas mesmo com o tempo de espera superando as 2 horas. E vai além: só será considerado descanso se houver condições adequadas de descanso para o trabalhador. Em outras palavras, o tempo de espera dentro do veículo, em uma determinada estrada sem recursos como hotéis, restaurantes ou paradas, não será considerado descanso, tampouco, jornada de trabalho.

Saúde e segurança

Os motoristas contratados terão direito a um seguro obrigatório no valor de 10 vezes o piso salarial da categoria, caso venha a ocorrer o falecimento do caminhoneiro por qualquer motivo. Além disso, visando garantir a saúde e segurança dos profissionais, os exames toxicológicos ficam mais rigorosos.

Os motoristas contratados passarão por exames periódicos, a cada 90 dias, e os autônomos serão submetidos a exames toxicológicos no momento da contratação e da finalização do trabalho.

Algumas mudanças foram positivas, enquanto outras suscitam ainda mais dúvidas quanto à atuação do caminhoneiro. E você, o que pensa a respeito destas alterações? Deixe seu comentário!

 

Fonte: Blog LupeOn

Novas regras de amarração de carga.
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Os caminhões, implementos rodoviários e carrocerias sobre chassi fabricados até 31 de dezembro de 2016, devem atender as exigências da Resolução nº 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece uma série de regras para a amarração de cargas.

Publicada em setembro de 2015, a Resolução nº 552 definiu em sua redação quais serão os dispositivos de amarração permitidos e a forma de construção dos pontos de fixação nas carrocerias e implementos rodoviários.

 

Ao longo dos últimos dois anos desde a publicação da Resolução nº 552, o Contran realizou três alterações por meio de outras Resoluções, como por exemplo, a nº 588 que estabeleceu novas regras para as carrocerias de madeira, a nº 631 que alterou as regras para as mesmas carrocerias de madeira afim de evitar a sua extinção e a nº 676 que estabeleceu novas exigências para a fabricação de pontos de amarração e identificação dos fabricantes dos mesmos.

 

Apesar das frequentes alterações na primeira Resolução, o prazo para adequação às novas regras não foi alterado. Em 1º de Janeiro de 2017 as exigências passaram a valer para os veículos, implementos rodoviários e carrocerias sobre chassi fabricados a partir desta data. Já para os fabricados até 31 de dezembro 2016.
A amarração de cargas em todos os veículos deve ser feita levando em consideração as seguintes regras e exigências:

– Dispositivos de amarração: Devem ser utilizados como dispositivos de amarração, cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total a ruptura por tração de, no mínimo 2 vezes o peso da carga. Já as barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores podem ser utilizados como dispositivos adicionais.

Fica proibido: A utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura, quando exigível.

– Posicionamento dos dispositivos de amarração: De acordo com a Resolução nº 552, os dispositivos de amarração só podem ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria. Caso não ocupe totalmente o espaço interno, os dispositivos de amarração devem ser passados pela parte interna.

 

– Carrocerias de madeira: As carrocerias em circulação e fabricadas até 31 de dezembro de 2016 devem conter perfis metálicos em “L” ou “U” nos pontos de fixação, fixados nas travessas da estrutura por parafusos, de modo a permitir a soldagem do gancho nesse perfil e a garantir a resistência necessária.

Fica proibido: A utilização de pontos de fixação constituídos em madeira.

– Transporte de cargas indivisíveis: Para o transporte de cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha ou carroceria, como por exemplo, máquinas e equipamentos, devem ser feitos pelo menos 4 pontos de amarração, por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entres esses tipos.
– Transporte em baú ou sider: Nos veículos do tipo baú lonado (tipo “sider”), as lonas laterais não podem ser consideradas como estrutura de contenção da carga, devendo existir pontos de amarração em número suficiente.

Já nos veículos com carroceria inteiramente fechada (furgão carga geral, baú isotérmico, baú frigorífico, etc.), as paredes podem ser consideradas como estrutura de contenção, sendo opcional a existência de pontos de amarração internos.

 

– Deslocamento longitudinal da carga: Com o intuito de evitar o esmagamento da cabine devido ao descolamento da carga, a resolução 552 determina que o transportador utilize dispositivos diagonais que impeçam a movimentação da carga tanto para frente como para trás, quando a mesma não ocupar totalmente o espaço interno da carroceria no sentido longitudinal.

 

Fica proibido: Em casos que o painel frontal da carroceria seja utilizado como batente frontal (contenção da carga), fica proibida a circulação de veículos cuja carga ultrapasse a altura do painel frontal e exista a possibilidade de deslizamento longitudinal da parte da carga que está acima do painel frontal.

 

Penalidades 
Os veículos que forem flagrados descumprindo as regras estabelecidas pela Resolução nº 552 do Contran, estarão sujeitos as sansões e penalidades impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
As penalidades variam de infrações leves a gravíssimas com aplicação de multa à retenção do veículo para regularização.

Foram necessários 18 anos para que a regulamentação da amarração de cargas fosse definida. Vale ressaltar ainda que as novas exigências além de visar a própria segurança do condutor do veículo de carga, garante também maior segurança para os condutores e passageiros dos demais veículos em circulação.

 

Fonte: “Blog Caminhões e Carretas”

Dicas para segurança nas estradas
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A Estrela do Oriente te fala 10 dicas úteis para evitar assaltos nas estradas. As recomendações foram  elaboradas pelo gerente de segurança do Grupo GR. Niv Steiman. Se não for possível fugir dos congestionamentos, siga as seguintes orientações:

1 – Dirija com vidros fechados, usando o sistema de ventilação e portas travadas

Dessa forma, você estará mais protegido e dificultará a ação de meliantes, pricipalmente se o carro for blindado. Nesse caso, deve-se lembrar que manter as portas travadas, o que nem sempre acontece.

2 – Evite também deixar à mostra embrulhos, pastas e bolsas

O ideal é colocá-los no porta-malas do carro. Evite ostentar o uso de joias, celulares, notebooks ou tablets, que são objetos de valor, que acabam chamando atenção de bandidos.

3 – Ao parar, fique atento ao retrovisor de seu carro e mantenha o veículo engatado

Ao ficar preparado para arrancar em caso de emergência, pode-se evitar uma abordagem por parte dos meliantes. Mas, para isso, o ideal é fazer um curso de direção defensiva para saber exatamente como proceder.

4 – Evite atividades que tire sua atenção do ambiente ao redor

Se você estiver lendo jornal, ou falando ao celular no meio do congestionamento, pode ser abordado de repente, sem chances de esboçar alguma reação.

 5 – Se perceber estar sendo seguido por outro veículo, aja com naturalidade

Nesse caso, a melhor coisa a fazer é seguir em direção a alguma via movimentada, mas de maneira que ninguém perceba que você já notou que está sendo seguido.

6 – Se  ocorrer uma leve colisão na traseira, não pare

Mais um caso em que é melhor seguir para um local mais movimentado e procurar uma viatura policial. Meliantes podem se aproveitar esse tipo de situação para assaltar.

7 – Nunca dê carona a estranhos ou preste ajuda em lugares ermos

Principalmente em horários avançados, em locais de pouco movimento, pode ser convidativo para ladrões agirem contra motoristas e passageiros.

8 – Se um dos pneus esvaziar sem motivo, evite parar num primeiro momento

Outra situação em que é mais recomendável não parar em qualquer lugar. Siga devagar, mesmo com o pneu furado até um local mais seguro e movimentado antes de fazer a troca do pneu furado.

9 – Não pare para discutir “fechadas” ou “batidinhas”

Infelizmente, também é possível que ladrões tentem provocar “batidinhas” ou fechadas para assaltar. Porém, mais uma vez, evite parar o carro, o que pode facilitar a ação dos bandidos.

10 – Procure não transportar valores quando estiver desacompanhado

Os ladrões sempre observam que tipo de objetos estão sendo transportados no carro e qual é o risco de darem o bote. Se o carro estiver com mais de um ocupante, as chances são menores dos meliantes decidirem atacar.

 

Fonte: Ig Carros.

A promoção foi encerrada
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Informamos que esta promoção foi encerrada!
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