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O que é CARGA FRACIONADA e CARGA COMPLETA?
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O que é carga fracionada?

A carga fracionada trata do envio de pequenos volumes. Em um caminhão, são colocados os pedidos de diversos clientes que sozinhos não seriam suficientes para aproveitar a ocupação total. Dessa forma, paga-se apenas pelo espaço que é usado dentro do caminhão, além de ratear outros custos — como o pedágio — entre todas as cargas enviadas. Isso significa que um único veículo pode atender dois ou mais clientes na mesma viagem, considerando uma rota previamente planejada. Isso é benéfico para todos os envolvidos: as transportadoras evitam arcar com a ociosidade, os embarcadores otimizam os custos e os clientes recebem os pedidos no endereço e no prazo combinado. Por outro lado, existe a preocupação de consolidar as cargas para aproveitar melhor a capacidade do caminhão, o que pode acarretar prazos maiores.

O que é carga completa?

A carga completa — também conhecida como carga lotação e carga fechada — é uma modalidade na qual o caminhão é carregado com pedidos de apenas um embarcador. Isso pode acontecer devido ao grande volume transportado, restrições do cliente em relação ao compartilhamento do veículo e/ou urgência na entrega.

Quais são as principais diferenças entre as duas?

Como vimos até aqui, os conceitos das duas modalidades se diferem bastante. Isso não quer dizer que uma é melhor que a outra, mas sim que elas atendem a necessidades distintas. Vamos entender melhor quais são essas particularidades:

Aplicações

Por lidar com poucos volumes de pedidos, a carga fracionada costuma ser mais utilizada em operações B2C (relação entre empresa e consumidor final). É o que acontece com os e-commerces: essas empresas atendem clientes espalhados em várias regiões, o que inviabiliza o uso de apenas um veículo para a entrega — seja pelo custo, prazo ou pelo fato de que as cargas não ocuparam o veículo totalmente. Já a carga completa está mais voltada para operações B2B (relação de venda entre duas empresas), dado o grande volume dos pedidos. Os principais exemplos são: Envio de cargas da fábrica para o centro de distribuição; Envio do fornecedor para o distribuidor (atacado ou varejo); Transferência de cargas entre unidades.

Planejamento de rota

O transporte de carga completa pode seguir uma rota fixa, visto que sai da origem e vai direto para o destino. Já no caso da carga fracionada, é necessário fazer o planejamento de rotas visando contemplar todos os pontos de atendimento, ao mesmo tempo em que se otimiza os custos do frete.

Custo do transporte

É difícil estabelecer qual opção será a mais vantajosa em termos de custos, já que essa escolha depende de diversos fatores como a natureza dos produtos e as necessidades dos clientes. Nesse sentido, pode-se dizer que a carga lotação oferece mais vantagens para envio de grandes volumes. A fracionada, por outro lado, é melhor para quem tem muitos clientes que compram poucos itens.

Segurança da carga

De maneira geral, pode-se dizer que o transporte fracionado oferece menos segurança para as cargas, dado a quantidade de etapas intermediárias e o excesso de manuseio. Por isso, essa modalidade requer um cuidado maior para evitar perdas e outras ocorrências que podem afetar a satisfação dos clientes.

Lead time do pedido

De modo geral, podemos dizer que a carga lotação tem prazo total (desde a separação do pedido até a entrega) menor que a carga fracionada. Isso acontece porque diminui-se o número de etapas necessárias e cumpre-se a rota direto ao destino, sem paradas. Como podemos ver, entender o que é carga fracionada e carga lotação é fundamental para otimizar as rotinas e os custos logísticos, já que cada um atende a propósitos diferentes e têm suas vantagens e desvantagens.

 

Fonte: bloglogistica

Caminhões que podem ser dirigidos com CNH de carro
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Você sabia que é possível dirigir caminhões usando Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do tipo B, a mesma de carros? O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que o motorista pode dirigir veículos cujo peso bruto total (soma do peso do veículo mais a capacidade de carga) seja igual ou menor que 3,5 quilos. Entram nessa categoria desde vans com opção chassi até pequenos caminhões. Só que, para exercer atividade remunerada com veículos, o motorista deve pedir ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que essa informação seja incluída em sua CNH. O processo inclui a realização de um exame psicológico no ato da solicitação e a cada renovação do documento, sendo que o valor desse exame varia de acordo com cada estado.

Veja abaixo a lista de modelos que podem ser conduzidos por motoristas com CNH B:

Volkswagen Delivery Express

O menor membro da família de caminhões da Volkswagen chega às concessionárias neste mês, e é o único modelo da marca que pode ser dirigido com CNH B. Traz uma série de semelhanças com os carros da marca, como o visual do quadro de instrumentos, da alavanca de câmbio e dos botões no console central. Tem volante regulável em altura e profundidade, e pode receber, opcionalmente, ar-condicionado. Segundo a Volkswagen, seu airbag de passageiros é o maior da América Latina, com 160 litros.

Hyundai HR

Sua lista de equipamentos inclui travas e vidros elétricos e direção hidráulica, mas não é possível ter ar-condicionado nem como opcional. Tem capacidade para 3 passageiros.

Kia Bongo

O Bongo é o “primo” do Hyundai HR. Os dois compartilham a base e o conjunto mecânico, embora o Bongo tenha capacidade de carga ligeiramente maior. Uma outra diferença é que o Bongo não é produzido na mesma fábrica do HR, mas importado do Uruguai. Apesar da distância geográfica de fábricas, o nível de equipamentos dos dois modelos é semelhante. O Bongo também não possui ar-condicionado e traz direção hidráulica e vidros elétricos.

Mercedes-Benz Sprinter

A Sprinter pertence à divisão de vans da Mercedes-Benz, mas o modelo possui uma versão chassi, com peso bruto total de 3,5 quilos. São duas opções de carroceria: com entre-eixos de 3,67 metros ou 4,33 metros. Na sua versão mais comprida, pode chegar a quase 7 metros, o maior modelo desta lista. Sua lista de equipamentos tem como itens opcionais ar-condicionado, volante multifuncional e controle de velocidade de cruzeiro. Vale lembrar que a Sprinter ganhou uma nova geração há pouco.

Iveco Daily 35S14

Quando equipado com todos seus opcionais, o Daily se torna tão equipado quanto um automóvel. Há ar-condicionado, travas e vidros elétricos, controle de velocidade de cruzeiro, retrovisor com aquecimento e central multimídia com navegação. Mas sua lista de itens de série é mais modesta, incluindo apenas direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura e computador de bordo.

Foton Minitruck 3.5-14 ST/DT

O Minitruck 3.5-14 tem versões com eixo traseiro com roda simples ou dupla. Ele também é cerca de 1 metro mais comprido, além de ter um motor 20 cavalos mais potente que o 3.5-12, que chega ao Brasil ainda no primeiro semestre. Sua lista de equipamentos é bem completa, incluindo ar-condicionado, direção hidráulica, volante regulável, travas e vidros elétricos e rádio com entrada USB.

Jac V260

O V260 é o menos potente da turma, fruto de seu motor de menor cilindrada. No entanto, seu preço é o mais baixo e sua lista de equipamentos é bastante completa, sem opcionais. Traz, de série, ar-condicionado, direção hidráulica, rádio, travas e vidros elétricos e até uma câmera frontal, que grava o que acontece no trânsito e promete baixar o valor do seguro.

Fiat Ducato Chassi

Um dos mais recentes lançamentos do segmento, a Ducato ganhou uma nova geração. E, pela primeira vez, há uma opção chassi-cabine. Importada do México, traz o mesmo motor do modelo anterior, um 2.3 de 130 cavalos aliado ao câmbio manual de 6 marchas. Assim como em outros modelos, o ar-condicionado e o ajuste elétrico dos retrovisores são itens opcionais. Tem direção hidráulica e carregador USB de série.

Renault Master

A Master foi a van mais vendida do Brasil em 2017, mas a Renault também oferece uma versão chassi, que, de acordo com o implemento, pode ser usada como um pequeno caminhão. Tem uma das melhores capacidades de carga desta lista.

Fonte: G1

Você Conhece a Lei do Motorista?
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A rotina de trabalho dos caminhoneiros não é nada fácil. Enfrentar horas a fio na condução de um veículo que exige destreza e segurança, sem falar na responsabilidade sobre a carga que está levando, costuma ser um trabalho árduo.

Em virtude disso, as discussões sobre melhorias na qualidade de vida no trabalho para estes profissionais tem sido alvo de debates há vários anos, o que culminou na Lei 13.103/2015, também chamada de Lei do Caminhoneiro. As alterações que ela trouxe, você vai saber agora mesmo:

Controle de jornada

A jornada do caminhoneiro sempre foi um tema delicado. Muitos dirigiam por 12, 16, 20 horas seguidas para cumprir com cronogramas apertados de entregas. O sono e o cansaço eram combatidos com muito café.

Para aliviar a pressão sofrida, a nova Lei do Caminhoneiro determina que a jornada destes profissionais é de 8 horas diárias, podendo ser estendida por mais 4 horas em situações excepcionais. No entanto, o que não fica claro é quanto ao início e término da jornada de trabalho.

Desconsiderando as 8 horas ininterruptas de descanso, o motorista tem 16 horas para distribuir as movimentações da carga, o que pode significar jornadas em horários noturnos, os quais demandam o pagamento de adicional noturno por parte do empregador.

Além disso, o controle da jornada passa a ser responsabilidade tanto da empresa contratante quanto do motorista: diários de bordo e rastreamento do veículo permitem saber se as regras estão sendo cumpridas.

Descanso

Como forma de facilitar o deslocamento e, ao mesmo tempo, garantir um bom descanso aos caminhoneiros, a Lei 13.103/2015 também alterou dispositivos da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho para que os motoristas possam descansar 8 horas consecutivas entre uma jornada e outra e mais 3 horas distribuídas ao longo do dia, coincidindo ou não com os 30 minutos de descanso a cada 5h30 de direção.

O fracionamento do descanso pode ser visto sob dois aspectos: um positivo, pois o caminhoneiro pode decidir quando parar; e outro negativo, pois o trabalhador pode ficar à mercê do comando do empregador para efetuar tal descanso. Tudo dependerá da relação entre contratante e contratado.

Tempo de espera

Este é o artigo mais contraditório da Lei 13.103/2015, pois afirma que o tempo de espera não configurará jornada de trabalho e só poderá ser considerado tempo de descanso a partir de 2 horas de espera.

O texto da Lei diz ainda que o caminhoneiro poderá fazer movimentações necessárias do veículo sem cômputo de tais ações como jornada de trabalho. No entanto, terá assegurado o descanso de 8 horas ininterruptas mesmo com o tempo de espera superando as 2 horas. E vai além: só será considerado descanso se houver condições adequadas de descanso para o trabalhador. Em outras palavras, o tempo de espera dentro do veículo, em uma determinada estrada sem recursos como hotéis, restaurantes ou paradas, não será considerado descanso, tampouco, jornada de trabalho.

Saúde e segurança

Os motoristas contratados terão direito a um seguro obrigatório no valor de 10 vezes o piso salarial da categoria, caso venha a ocorrer o falecimento do caminhoneiro por qualquer motivo. Além disso, visando garantir a saúde e segurança dos profissionais, os exames toxicológicos ficam mais rigorosos.

Os motoristas contratados passarão por exames periódicos, a cada 90 dias, e os autônomos serão submetidos a exames toxicológicos no momento da contratação e da finalização do trabalho.

Algumas mudanças foram positivas, enquanto outras suscitam ainda mais dúvidas quanto à atuação do caminhoneiro. E você, o que pensa a respeito destas alterações? Deixe seu comentário!

 

Fonte: Blog LupeOn

Novas regras de amarração de carga.
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Os caminhões, implementos rodoviários e carrocerias sobre chassi fabricados até 31 de dezembro de 2016, devem atender as exigências da Resolução nº 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece uma série de regras para a amarração de cargas.

Publicada em setembro de 2015, a Resolução nº 552 definiu em sua redação quais serão os dispositivos de amarração permitidos e a forma de construção dos pontos de fixação nas carrocerias e implementos rodoviários.

 

Ao longo dos últimos dois anos desde a publicação da Resolução nº 552, o Contran realizou três alterações por meio de outras Resoluções, como por exemplo, a nº 588 que estabeleceu novas regras para as carrocerias de madeira, a nº 631 que alterou as regras para as mesmas carrocerias de madeira afim de evitar a sua extinção e a nº 676 que estabeleceu novas exigências para a fabricação de pontos de amarração e identificação dos fabricantes dos mesmos.

 

Apesar das frequentes alterações na primeira Resolução, o prazo para adequação às novas regras não foi alterado. Em 1º de Janeiro de 2017 as exigências passaram a valer para os veículos, implementos rodoviários e carrocerias sobre chassi fabricados a partir desta data. Já para os fabricados até 31 de dezembro 2016.
A amarração de cargas em todos os veículos deve ser feita levando em consideração as seguintes regras e exigências:

– Dispositivos de amarração: Devem ser utilizados como dispositivos de amarração, cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total a ruptura por tração de, no mínimo 2 vezes o peso da carga. Já as barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores podem ser utilizados como dispositivos adicionais.

Fica proibido: A utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura, quando exigível.

– Posicionamento dos dispositivos de amarração: De acordo com a Resolução nº 552, os dispositivos de amarração só podem ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria. Caso não ocupe totalmente o espaço interno, os dispositivos de amarração devem ser passados pela parte interna.

 

– Carrocerias de madeira: As carrocerias em circulação e fabricadas até 31 de dezembro de 2016 devem conter perfis metálicos em “L” ou “U” nos pontos de fixação, fixados nas travessas da estrutura por parafusos, de modo a permitir a soldagem do gancho nesse perfil e a garantir a resistência necessária.

Fica proibido: A utilização de pontos de fixação constituídos em madeira.

– Transporte de cargas indivisíveis: Para o transporte de cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha ou carroceria, como por exemplo, máquinas e equipamentos, devem ser feitos pelo menos 4 pontos de amarração, por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entres esses tipos.
– Transporte em baú ou sider: Nos veículos do tipo baú lonado (tipo “sider”), as lonas laterais não podem ser consideradas como estrutura de contenção da carga, devendo existir pontos de amarração em número suficiente.

Já nos veículos com carroceria inteiramente fechada (furgão carga geral, baú isotérmico, baú frigorífico, etc.), as paredes podem ser consideradas como estrutura de contenção, sendo opcional a existência de pontos de amarração internos.

 

– Deslocamento longitudinal da carga: Com o intuito de evitar o esmagamento da cabine devido ao descolamento da carga, a resolução 552 determina que o transportador utilize dispositivos diagonais que impeçam a movimentação da carga tanto para frente como para trás, quando a mesma não ocupar totalmente o espaço interno da carroceria no sentido longitudinal.

 

Fica proibido: Em casos que o painel frontal da carroceria seja utilizado como batente frontal (contenção da carga), fica proibida a circulação de veículos cuja carga ultrapasse a altura do painel frontal e exista a possibilidade de deslizamento longitudinal da parte da carga que está acima do painel frontal.

 

Penalidades 
Os veículos que forem flagrados descumprindo as regras estabelecidas pela Resolução nº 552 do Contran, estarão sujeitos as sansões e penalidades impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
As penalidades variam de infrações leves a gravíssimas com aplicação de multa à retenção do veículo para regularização.

Foram necessários 18 anos para que a regulamentação da amarração de cargas fosse definida. Vale ressaltar ainda que as novas exigências além de visar a própria segurança do condutor do veículo de carga, garante também maior segurança para os condutores e passageiros dos demais veículos em circulação.

 

Fonte: “Blog Caminhões e Carretas”

A importância do curso de MOPP no transporte de cargas perigosas
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O carreteiro que dirige caminhão com carga perigosa deve ter sua atenção redobrada ao conduzir esse tipo de veículo, afinal, qualquer imprevisto pode ser fatal, tanto para ele quanto para as pessoas que estiverem próximas do local de um eventual acidente.

Produtos perigosos são todas as substâncias ou artigos encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo que, por suas características físico-químicas, representem risco para a saúde das pessoas, para a segurança pública ou para o meio ambiente. A definição deixa evidente a responsabilidade do motorista que transporta carga perigosa, e, para isso, ele deve estar preparado, pois esse tipo de transporte é cercado de exigências.

Uma delas é o curso de Movimentação e Operação de Produtos Perigosos, mais conhecido como MOPP.O curso visa conceituar o produto perigoso, mostrar a legislação específica e as responsabilidades na operacionalização e no tráfego desses produtos. Mas é importante ressaltar que esse curso não habilita o motorista para a condução de produtos perigosos.

Seu objetivo principal é proporcionar condições para que o carreteiro conduza o veículo com segurança, preservando a sua integridade física, a integridade da carga, do caminhão e do meio ambiente, além de prestar um primeiro atendimento emergencial na ocorrência de qualquer acidente. O curso de MOPP deve permitir que o condutor conheça e aplique os preceitos de segurança adquiridos durante o treinamento e faça uso de comportamentos preventivos e de procedimentos em caso de emergência, especialmente desenvolvidos para cada uma das classes de produtos perigosos.

Durante o curso – oferecido pelo SEST SENAT – são trabalhados temas como legislação de trânsito, direção defensiva, noções básicas de primeiros socorros, respeito ao meio ambiente, prevenção de incêndios e legislação de produtos perigosos. Os carreteiros que transportam produtos perigosos devem ficar atentos também ao curso de reciclagem obrigatório para todos os motoristas, independentemente da época em que foi realizado o curso de MOPP, pois o mesmo tem validade de cinco anos. Os trabalhadores do transporte são o público-alvo do curso de MOPP. O curso tem uma carga horária de 20 horas, sendo que o aluno deverá realizar uma avaliação ao final do curso e obter uma nota maior ou igual a 60.

Fonte: Setcepar

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