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Caminhoneiros voltam a protestar em rodovias contra alta do diesel
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Caminhoneiros voltaram a protestar em rodovias federais e estaduais nesta terça-feira (22). Na segunda, foram registrados atos em ao menos 20 estados e no DF.

A categoria quer a redução do valor do óleo diesel, que tem tido altas consecutivas nas refinarias. Nesta terça, o preço sobe 0,97% nas refinarias. Mas a Petrobras já anunciou que a partir de quarta-feira (23), o valor cairá 1,54%. A escalada dos preços aconteceu em meio à disparada dos valores internacionais do petróleo.

As revisões podem ou não refletir para o consumidor final – isso depende dos postos. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesta manhã, foram registrados atos em pelo menos 16 estados: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins.

A maioria dos atos impede a passagem de caminhões, mas libera a de carros de passeio e outros veículos. Alguns protestos ocorrem apenas nos acostamentos.

Veja, a seguir, a situação em cada estado:

Bahia

Caminhoneiros voltaram a fechar a BA-535, conhecida como Via Parafuso. A via chegou a ser bloqueada totalmente, mas depois foi liberada uma faixa de cada sentido.

Também há ato no acostamento da BR-101, próximo a Alagoinhas, mas até por volta das 6h o trânsito não havia sido bloqueado.

Espírito Santo

Motoristas voltaram a protestar em alguns pontos da BR-101:

Km 305 (Viana): ato no acostamento, o trânsito é livre.

Km 414 (Cachoeiro de Itapemirim): manifestação apenas no trevo; trânsito é livre.

Km 156 (Ibatiba): ato no acostamento; trânsito livre apenas para carros de passeio.

Goiás

Protesto segue bloqueando distribuidoras de combustíveis e trechos de rodovias em Goiás. Os bloqueios são exclusivamente para caminhões. Carros de passeio, ônibus e veículos que transportam cargas perecíveis são liberados em todos os pontos de interdição. Veja os pontos:

BR-050 – três pontos no trecho de Catalão

BR-060 – um ponto em Rio Verde

BR-153 – dois pontos em Aparecida de Goiânia e um Itumbiara

BR-158 – trecho no município de Caiapônia

BR-364 – um ponto em Jataí

BR-414 – um ponto em Niquelândia

BR-452 – um ponto em Bom Jesus de Goiás

Maranhão

Caminhoneiros fazem atos em dois pontos do estado, na BR-135, em São Luís, e na BR 010, em Imperatriz, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

No Km 12 da BR-135, a manifestação começou por volta das 8h desta terça. Os caminhoneiros estacionaram seus veículos na faixa direita da via e deixaram o fluxo do trânsito fluir.

Já em Imperatriz, a PRF informou que o grupo de caminhoneiros bloqueou a BR-010 em um trecho do Km 246, em frente a um posto de combustível.

Mato Grosso

Dez pontos de protesto são registrados nesta manhã nas rodovias federais de Mato Grosso. Há atos em Cuiabá, Sinop, Primavera do Leste, Campo Verde, Sapezal, Comodoro, Rondonópolis, Nova Mutum e Tangará da Serra.

Segundo a concessionária que administra a rodovia, Rota do Oeste, em todos os pontos está liberada a passagem de veículos de passeio, ambulâncias e veículos de carga viva e perecíveis.

Minas Gerais
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) há manifestantes em 20 trechos das estradas federais que cortam o estado.

Uma delas é na Rodovia Fernão Dias, em Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os manifestantes ocupam uma faixa no sentido Belo Horizonte e outra na direção de São Paulo.

De acordo com a PRF, não há congestionamento em nenhuma das rodovias, porque o tráfego flui nas faixas liberadas.

No Sul de Minas, os motoristas seguem parados em pelos menos quatro rodovias – Fernão Dias, BR-491, BR-265 e MG-050.

Pará
De acordo com a PRF, por volta das 9h a BR-316, no km 23, estava totalmente bloqueada nos dois sentidos. O trecho fica em Benevides, região metropolitana de Belém, onde o engarrafamento chega a 10 km de extensão. Já em Paragominas, no km 165 da BR-010, a interdição é parcial. Os manifestantes estão permitindo a passagem de veículos particulares e de emergência.

Paraíba
O trecho da Alça Sudoeste, na BR-230, em Campina Grande, está interditado desde as 7h. Caminhoneiros colocaram pneus na pista, mas estão liberando a passagem para carros de passeio.

Também há pontos de interdição na BR-104, na saída para o Sertão paraibano e na BR-110, no município de Monteiro.

Pernambuco
Caminhoneiros realizaram uma manifestação na BR-232, em Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, contra o aumento no preço dos combustíveis. O protesto, que ocorreu nos dois sentidos da rodovia, teve início às 8h31 e terminou por volta das 10h20. A BR-232 foi liberada.

Rio de Janeiro
Motoristas fazem manifestação em três estradas de acesso ao Rio. Na Rodovia Presidente Dutra, é interditada uma faixa no sentido Rio e o acostamento, na altura do quilômetro 276, Barra Mansa. O trânsito está fluindo pela faixa da direita e o congestionamento atinge dois quilômetros.
Na rodovia BR 101, caminhoneiros interditam o acostamento nos trechos de Manilha e Campos.

Na Rodovia Washington Luiz, o ato é realizado em três pontos: no km 810, no acostamento, e nos km 808 e 780 nos dois sentidos da rodovia BR-040. Os motoristas permitem a passagem de outros veículos.

Rio Grande do Sul
Por volta das 8h30, caminhoneiros protestavam em ao menos 13 pontos de rodovias federais e estaduais, sem bloqueios, segundo a Polícia Rodoviária Federal. As manifestações começaram por volta das 6h30 em Araricá, no Vale do Sinos.

Em todos os pontos, caminhoneiros se aglomeravam às margens das rodovias, abordando transportadores de cargas, mas sem prejuízos para o tráfego

Santa Catarina
Os atos ocorrem na Serra Catarinense, Oeste, Litoral, Vale de Itajaí, Grande Florianópolis, Norte e Sul. Caminhoneiros passaram a noite em pelo menos 17 pontos de rodovias federais. Às 8h, o km 282, na BR-101, em Imbituba, tinha bloqueio total dos caminhoneiros. Nos demais pontos não são registrados bloqueios totais no trânsito, mas a Polícia Rodoviária Federal (PRF) considerava os locais como pontos de atenção para os motoristas.

São Paulo
Vale do Paraíba: pelo 2º dia consecutivo, caminhoneiros protestam contra o aumento do diesel na Dutra em Jacareí, Pindamonhangaba e Lorena. Em Jacareí havia lentidão de ao menos 1 quilômetro, por volta das 7h desta terça, na região do Parque Meia Lua. Carretas e caminhões estão estacionados no acostamento da rodovia.
Litoral: a categoria se concentra no viaduto da Alemoa, um dos acessos ao Porto de Santos. O protesto não causa interdições ou congestionamentos nas rodovias da região. Também há manifestação em Guarujá, na Rua do Adubo, que dá acesso aos terminais da margem esquerda do Porto de Santos. Segundo a Polícia Rodoviária, carretas não consegue passar pelo local.
Interior: Na Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255), que liga Tupã a Marília, manifestantes usaram um caminhão para interditar as duas vias, causando congestionamento. Em Botucatu, os manifestantes estacionaram cerca de 30 caminhões na rodovia João Hipólito Martins. Já em Bauru, os motoristas permanecem na rodovia Marechal Rondon, próximo ao trevo que dá acesso à Marília. Os veículos estão estacionados no acostamento, sem interferir no tráfego da rodovia.

Tocantins
Por volta das 8h, havia interdições em Araguaína, Colinas do Tocantins, Fortaleza do Tabocão, Paraíso do Tocantins, Gurupi e Pedro Afonso. É impedida a passagem de caminhões e caminhonetes. Em Alvorada, também foi registrado protesto, mas não há interdição.

 

Fonte: G1

Petrobras anuncia redução do preço do diesel e da gasolina a partir de quarta
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Após uma sequência de reajustes diários, a Petrobras reduzirá os preços da gasolina em 2,08% e os do diesel em 1,54% nas refinarias a partir desta quarta-feira (23), informou a petroleira no seu site nesta terça-feira (21).

Segundo a petroleira, o preço da gasolina nas refinarias cairá de R$ 2,0867 o litro para R$ 2,0433 a partir desta quarta. Já o preço do diesel será reduzido de R$ 2,3716 para R$ 2,3351.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente, refletindo as variações do petróleo e derivados no mercado internacional. Somente na semana passada, foram 5 reajustes diários seguidos.

Na véspera, a petroleira tinha anunciado um novo aumento nos preços do diesel e da gasolina, elevando os preços dos combustíveis para novas máximas dentro da política da estatal. Desde o início da nova sistemática de reajustes adotada pela Petrobras, o preço da gasolina comercializada nas refinarias acumulava aumento de 58,76% e o do diesel, de 59,32%, segundo o Valor Online.

A última queda no preço da gasolina nas refinarias tinha ocorrido em 3 de maio. Na ocasião, o valor do litro da refinaria foi reduzido em 0,99%, de R$ 1,8072 para R$ 1,7893. No caso do diesel, a última redução ocorreu no dia 12 de maior, quando o preço passou de R$ 2,2361 para R$ 2,2162, queda de 0,88%.

Fonte: G1

Governo e Petrobras discutem alta do combustível hoje
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Os ministros Eduardo Guardia (Fazenda) e Moreira Franco (Minas e Energia) e o presidente da Petrobras, Pedro Parente, se reúnem nesta terça-feira (22) para discutir a alta da gasolina e do diesel. Na segunda-feira (21), caminhoneiros pararam o trânsito em rodovias de 20 estados e no DF contra a escalada de aumentos dos combustíveis e nesta terça-feira novos protestos são registrados no país.

Ainda na segunda, a Petrobras anunciou um novo reajuste. Os preços do diesel nas refinarias serão elevados em 0,97% e os da gasolina, em 0,9%, a partir desta terça. Só na semana passada, foram feitos 5 reajustes diários seguidos de preço nas refinarias.

“Algo é preciso ser feito, sem mudar a política de preços e prejudicar a Petrobras”, afirmou Moreira Franco ao blog do Valdo Cruz.

Impostos

O ministro disse que ainda está na mesa de negociações a possibilidade de redução da cobrança de tributos sobre os combustíveis. O peso dos impostos na composição do preço da gasolina, por exemplo, chega a 45% do valor final. “Mas ainda não há nenhuma decisão, ainda estamos avaliando o que poderá ser feito”, disse.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou na segunda que o governo federal buscará “um pouco mais de controle” para dar “previsibilidade” à alta dos combustíveis. Padilha deu a declaração pouco antes de participar de uma reunião com o presidente Michel Temer para tratar do assunto.

“Temos uma política internacional de preços que a Petrobras acompanha diariamente e isso tem dado aumento. O dólar subindo e o petróleo subindo, os dois subindo internacionalmente, por certo, tínhamos que ter um aumento nos combustíveis”, afirmou o ministro.

que vamos tentar agora é que vamos ver se encontramos um ponto para que possa ter um pouco mais de controle deste processo, para que os maiores interessados, o cidadão brasileiro e também os transportadores, possam ter previsibilidade em relação ao que vai acontecer”, completou Padilha.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, reafirmou, entretanto, que não há espaço para reduzir tributação sobre combustíveis nesse momento.

Reajustes

A Petrobras adota um novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente. Na semana passada, por exemplo, foram 5 reajustes diários seguidos. No acumulado somente da semana passada, a alta chegou a 6,98% nos preços da gasolina e de 5,98%, no diesel.

Desde julho de 2017, o preço da gasolina comercializada nas refinarias acumula alta de 58,76% e o do diesel, de 59,32%, segundo o Valor Online.

Sobre os protestos dos caminhoneiros, o chefe da Casa Civil afirmou: “Nós vamos ter algo a dizer aos caminhoneiros, sem dúvida nenhuma. Temos que trabalhar com a realidade, mas temos que ter uma resposta ao movimento”.

 

Segundo o ministro, Temer manifestou “interesse” em resolver a situação dos caminhoneiros, acrescentando que o governo quer ver se terá as “condições” de fazer com que o aumento do preço do combustível seja “previsível”.

Em comunicado divulgado na sexta-feira (18), a Petrobras voltou a justificar os reajustes diários, afirmando que os combustíveis derivados de petróleo são commodities, que os o preços estão “atrelados aos mercados internacionais”. Nesta segunda-feira, o barril de petróleo no EUA atingiu o maior valor desde novembro de 2014, e encerrou a US$ 72,24.

“A exemplo da soja, do trigo, do aço, entre outras commodities, suas cotações variam diariamente. Do mesmo modo, o câmbio também tem ajustes diários. Assim, a Petrobras não tem o poder de formar esses preços. O que a companhia faz é refletir essa variação de preço do mercado internacional”, informou. “As revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis”, acrescentou.

Impacto no preço cobrado nos postos

Na semana passada, o preço médio da gasolina nos postos do país atingiu novas máximas no ano, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço médio do litro de gasolina para os consumidores ficou em R$ 4,284, ante R$ 4,257 na semana anterior. Com o novo aumento, a gasolina acumula alta de 4,51% desde o início do ano. Desde julho do ano passado, a alta é de mais de 22%.

O valor do diesel também terminou a semana em alta. Segundo a ANP, o valor médio por litro passou para R$ 3,595, acumulando avanço de 8% no ano e de 21,5% desde julho do ano passado.

 

fonte: G1

Caminhoneiros protestam contra alta do diesel no país
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Caminhoneiros protestam contra o aumento do diesel nesta segunda-feira (21), dia em que foi anunciada mais uma alta do valor nas refinarias, de 0,97% a partir de terça (22). Na semana passada, foram cinco reajustes diários seguidos. A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo.

A Petrobras diz que as revisões podem ou não refletir para o consumidor final – isso depende dos postos. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foram registrados atos em pelo menos 17 estados: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Veja a seguir a situação em cada um dos Estados:

Bahia

Manifestantes fecharam vias nas cidades de Amélia Rodrigues, Vitória da Conquista e Itatim. A concessionária ViaBahia informa que um trecho da BR-324, em Amélia Rodrigues, a cerca de 90 km de Salvador, foi interditado nos dois sentidos. Por volta das 8h, somando os dois sentidos, havia 12 km de congestionamento.

Interdições ocorrem também em três pontos da BR-116 na região sudoeste do Estado, segundo a concessionária ViaBahia: no km 814, no trecho da cidade de Vitória da Conquista; no km 521, trecho de Itatim; e no Km 672, da BR-116, em Jequié. Os bloqueios ocorrem nos dois sentidos em cada um dos trechos das rodovias.

Também em cada um dos pontos da BR-116, o engarrafamento chega a aproximadamente 5 km, conforme estimativa da ViaBahia.

Ceará

Um grupo de caminhoneiros bloqueou um trecho da rodovia BR-020 (Avenida Quarto Anel Viário), entre Fortaleza e a cidade de Maracanaú, na Região Metropolitana. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), caminhoneiros pararam os veículos no acostamento e queimaram pneus na pista. Foi formado um congestionamento de 5 km.

Espírito Santo

Manifestação deixou a BR-101 fechada por cerca de uma hora, no km 301, em Viana, na Grande Vitória. Equipes da PRF estiveram no local e fizeram acordo com os motoristas para que eles colocassem os veículos no acostamento e liberassem a pista. Houve lentidão no trânsito, por volta das 6h, mas a situação foi normalizada.

A pista também foi interditada no km 204 da BR 101, em João Neiva, no Norte do ES. Caminhoneiros atearam fogo em pneus e, por isso, o trânsito foi desviado para o acostamento nos dois sentidos da pista.

Também acontece protesto de caminhoneiros no km 414 da BR-101, em Itapemirim, no Sul do estado. Segundo a PRF, não há interdição de pista.

Protesto de caminhoneiros em Viana (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta) Protesto de caminhoneiros em Viana (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta)

Protesto de caminhoneiros em Viana (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta)

Goiás

Grupos de caminhoneiros fecharam várias distribuidoras de combustíveis em Goiânia e Senador Canedo, na Região Metropolitana. O protesto da categoria é em defesa da criação do piso para o frete pago pelas empresas, além de ser contra o aumento do preço do óleo diesel. Cinco rodovias estão com pontos de bloqueio:

BR-158, em Caiapônia – km 157, interdição total

BR-153, em Itumbiara – km 699, interdição total

BR-050, em Catalão – km 279 e km 283 com interdições parciais. Motoristas tentam convencer outros profissionais a se juntar ao movimento

BR-040, em Luziânia – km 10, interdição total apenas para caminhoneiros

BR-020, em Formosa – km 1,8, motoristas convidam outros profissionais a pararam fora da faixa de rolamento para aderir ao movimento.

Mato Grosso

Caminhoneiros fazem ato na BR-364, no km 396, na região do Distrito Industrial em Cuiabá. Eles estão impedindo a passagem de veículos de carga, mas permitem o trânsito de carros de passeio. Para evitar o bloqueio, alguns motoristas estão desviando pela via marginal. A previsão para liberação é às 12h.

Minas Gerais

Região Metropolitana: uma faixa da Rodovia Fernão Dias no km 513, em Igarapé, foi fechada pelos manifestantes no sentido SP. Houve protesto no km 511 da BR-040, Ribeirão das Neves, na pista sentido capital mineira. De acordo com a Via 240, a retenção chegava a 5 km perto das 9h. No km 368 da BR-262, em Juatuba, a rodovia foi fechada nos dois sentidos durante toda a madrugada, e o congestionamento chegava a 4 km nesta manhã.

Zona da Mata: há protesto no km 699, em Barbacena, e no km 808 da BR-040, em Matias Barbosa. Por volta das 10h, o tráfego estava com 3 km de lentidão nos dois sentidos da rodovia, perto de Barbacena.

Centro-Oeste: há atos na MG-050, em Itaúna e Divinópolis, na BR-381, em Oliveira e na BR-262, em Igaratinga. Em todos os trechos, carros de passeio não foram impedidos de passar.

Grande Minas: na BR-251, até as 9h havia ato em Francisco de Sá. Segundo a PRF, o trânsito está liberado para veículos de passeio e ônibus.

Região dos Vales: houve ato na BR-381, em Ipatinga. Os caminhoneiros estão parados no acostamento e o trânsito está liberado.

Sul de Minas: foram registradas paralisações em pelo menos quatro rodovias – Fernão Dias, BR-265, BR-491 e MG-050. Em quase todos, a interdição das vias foi parcial. Próximo a Varginha e Três Corações, na BR-491, a manifestação começou às 7h e paralisou a pista nos dois sentidos.

Mato Grosso do Sul

Caminhoneiros fizeram interdição total na BR-163, perto da base da concessionária que administra as rodovias do Estado – CCR MSVia.

Em Campo Grande, um grupo queima pneus na altura do km 478. Em Maracaju, o protesto ocorre na altura do km 365, desde às 8h50 (de MS). No município de Rio Brilhante, altura do km 324, a interdição parcial começou às 10h.

Pará

Um grupo fechou a BR-316 nas proximidades da Alça Viária, em Belém. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local e negocia a liberação parcial da via.

Paraíba

Uma paralisação ocorre na Alça Sudoeste, em Campina Grande. Os manifestantes interditaram a BR-104, no sentido Campina Grande-Queimadas. A rodovia está sendo liberada apenas para os carros de passeio.

Paraná

Na BR-116, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, uma das duas faixas sentido São Paulo está interditada no km 67.

Manifestantes bloqueiam também uma faixa em cada sentido da BR-277 em Paranaguá, no litoral do Paraná, no quilômetro 6 da rodovia.

No norte do estado, na PR-090, na entrada para Assaí, caminhoneiros são proibidos de passar pela rodovia, apenas carros de passeio e ambulâncias têm liberação.

Pernambuco

Caminhoneiros ocuparam faixas da BR-101 Sul, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. O protesto ocorre no km 83, próximo à fábrica da Vitarella. De acordo com a PRF, aproximadamente 100 caminhões participavam do ato por volta da 10h30. Os veículos ocuparam uma faixa em cada sentido da rodovia e não havia registro de engarrafamento.

Rio de Janeiro

Região metropolitana: os motoristas protestam no trevo da Rodovia Niterói-Manilha, no acostamento da pista. Na Avenida Brasil, no Rio, manifestantes ocupam faixa da pista lateral do sentido Centro, altura de Cordovil. Não há bloqueios, mas o trânsito lento no trecho.

Baixada Fluminense: protestos também acontecem na Via Dutra, altura de Seropédica. Às 6h26, o trânsito era intenso na Rodovia Washington Luís, altura de Duque de Caxias.

Norte Fluminense: um ato ocorre na altura do km 75 da BR-101, em Campos dos Goytacazes.

Sul do Rio: foram registrados atos na Via Dutra e na BR-393 (Lúcio Meira), nos trechos que cortam a região. Na Dutra, é permitida a passagem de carros de passeio. Já na BR-393, o km 103 chegou a ser totalmente bloqueado. Ainda durante a manhã, foi liberado para carros de passeio. Foi registrado 1 km de congestionamento no trecho. Os caminhoneiros também fazem ato no acostamento do km 274, em Barra Mansa.

Região Serrana: um grupo protesta no acostamento da BR-040 em Petrópolis, no km 61.

Rio Grande do Norte

Caminhoneiros fecharam uma das vias da BR-101, sentido Natal/Parnamirim, na Grande Natal. A interdição começou por volta das 10h30 no km 105,8, em frente ao Parque de Exposições Aristófanes Fernandes, e terminou perto das 12h30.

Rio Grande do Sul

Em São Sebastião do Caí, caminhoneiros chegaram a bloquear os dois sentidos da ERS-122, na altura do km 16, por duas vezes. Os bloqueios duraram 30 minutos. A PRF ainda não informou o tamanho do congestionamento nas ocasiões.

Em Taquara, manifestantes bloquearam o tráfego na ERS-020, queimando pneus às margens da rodovia. Na BR-290, a freeway, foi registrada queima de pneus embaixo do viaduto que dá acesso à fábrica da General Motors, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Por volta das 4h, o fogo havia sido controlado.

Outro ponto de protesto foi no trecho da BR-101, em Três Cachoeiras, próximo da divisa com Santa Catarina. Os manifestantes abordam caminhoneiros pedindo para aderirem à paralisação.

Santa Catarina

Há registro de atos na Serra Catarinense, Oeste, Litoral e Norte do Estado. No Litoral, houve apenas um protesto sem interdição de trânciso em posto da SC-437. Em Navegantes, na entrada do município via BR-470, foi colocado foto em pneus nas margens da rodovia.

Na Serra, até as 10h, eram impedidos de passar os caminhões no km 245 em Lages, segundo a PRF. No entanto, carros estavam passando no local.

No Oeste catarinense, na BR-282, um grupo de caminhoneiros está reunido em frente a um centro de evento de Joaçaba, na altura do km 395. Conforme a PRF, policiais estão no local e o trânsito estava lento às 9h30.

Caminhoneiros impedem a passagem de outros caminhões no km 7 em Mafra, no Norte catarinense. O ato ocorria por volta das 9h, segundo a PRF.

São Paulo

Capital e região metropolitana: na Marginal Pinheiros, na capital paulista, quatro caminhões ocuparam as quatro faixas e seguiram bem lentamente para reduzir a velocidade dos veículos de trás. O protesto começou pouco antes da altura da Ponte Estaiada, no sentido Castelo Branco. Na Zona Leste, pelo menos 12 caminhões realiza um ato parecido na Avenida Jacu Pêssego. Uma ação semelhante também é realizada na AV. Escola Politécnica, no Jaguaré, Zona Oeste da cidade.

Vale do Paraíba: um dos atos ocorre no km 160 da Dutra, em Jacareí. Às 11h30, não havia mais congestionamento. Um caminhão que tentou furar o bloqueio foi apedrejado e teve o pneu furado. Também há mobilização no km 101, em Pindamonhangaba. Às 11h30, o congestionamento sentido Rio de Janeiro chegou a 8 km. Em Lorena, por volta das 9h, manifestantes também ocuparam o acostamento e a faixa da direita sentido São Paulo, no km 51,8. O trecho tinha 1 km de lentidão.

Campinas e região: em Paulínia, houve um ato de duas horas em frente à Rodovia Zeferino Vaz (SP-332). O trânsito não foi afetado. Em Americana, a Anhanguera chegou a ser bloqueada totalmente por caminhoneiros às 9h47 no km 126, sentido capital. De acordo com a concessionária Autoban o trânsito ficou congestionado por um quilômetro. às 10h50, uma das vias e o acostamento permaneciam fechados, mas o trânsito seguia normal.

Bauru: 20 caminhoneiros fazem um protesto às margens da rodovia Marechal Rondon.

Litoral: caminhoneiros se concentram no viaduto da Alemoa, um dos acessos ao Porto de Santos.

Prudente e região: um ato fechou o tráfego na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Osvaldo Cruz. Um grupo ateou fogo em pneus e impediram o trânsito, na altura do km 574, nos dois sentidos.

Ribeirão e Franca: por volta das 12h, motoristas bloqueavam os dois sentidos da Rodovia Anhanguera, em Cravinhos. Havia um congestionamento de dois km. A pista no sentido interior está parcialmente fechada. Logo no início da manhã, caminhoneiros fizeram um bloqueio parcial nos dois sentidos da Anhanguera, na altura do km 312, próximo ao acesso para o Aeroporto Leite Lopes. A pista foi liberada por volta das 10h40.

Tocantins

Caminhoneiros fazem carreata pelas avenidas de Paraíso do Tocantins. A organização estima que mais de 100 motoristas participam do movimento. Empresas e postos de combustíveis aderiram. Não há relato de congestionamento.

Em Gurupi, às 11h40, cerca de 20 manifetantes interditavam a BR-153, nos dois sentidos da pista. Às 11h50, a rodovia foi liberada para veículos leves e de emergência.

 

Fonte: G1

Você conhece as principais rodovias do Brasil?
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Estima-se que mais de 60% das cargas sejam transportadas pela via rodoviária. O Brasil tem a quarta maior rede de estradas e rodovias do mundo, em quase 1,8 milhões de quilômetros de extensão. A frota de caminhões e ônibus é estimada em cerca de 40 milhões de veículos.

Assim, tem-se a conjuntura de dominância do transporte rodoviário com as principais rotas logísticas do país. Confira abaixo uma lista com as informações sobre as principais rodovias do Brasil e suas características, bem como os tipos de produtos que são transportados. Continue a leitura!

BR-116

A BR-116 é considerada a principal rodovia do Brasil e também é a maior totalmente pavimentada do país. Ela corta o litoral brasileiro, do Nordeste ao Sul, iniciando-se em Fortaleza (CE) e finalizando em Jaguarão (RS) — fronteira com o Uruguai.

Essa rodovia longitudinal possui uma extensão de, aproximadamente, 4.500 quilômetros, e corta 10 estados: Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Nomes populares

  1. Via Serrana: trecho entre as cidades de Jaguarão (RS) e Curitiba (PR);
  2. Régis Bittencourt: trecho entre Curitiba e São Paulo;
  3. Presidente Dutra: trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro;
  4. Rio-Teresópolis: trecho entre Rio de Janeiro, Teresópolis e Além Paraíba;
  5. Rio-Bahia: trecho que passa pelo território de Minas Gerais;
  6. Santos Dumont: trecho entre Fortaleza e Rio de Janeiro, no entroncamento com a BR-040.

 Principais produtos transportados

Soja, milho, feijão, aves e suínos.

 

BR-101

Também corta o país de forma longitudinal, do Nordeste ao Sul, iniciando em Touros (RN) e finalizando em São José do Norte (RS). Possui uma extensão de 4.772,4 quilômetros.

Construída pelo Exército Brasileiro, a rodovia mais extensa do Brasil passa por 12 estados: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Nomes populares

  • Rodovia Translitorânea;
  • Rodovia Governador Mário Covas (nome oficial em toda a extensão);
  • Rodovia Rio-Santos: trecho do Rio de Janeiro a Santos;
  • Presidente Nilo Peçanha: no estado do Rio de Janeiro.

Principais produtos transportados

Industrializados de origem animal, químicos, celulose, grãos, aves e suínos.

 

BR-381

A BR-381, uma das principais rodovias do Brasil, possui uma extensão de, aproximadamente, 1.200 quilômetros, iniciando em São Mateus (ES) — no entroncamento com a BR-101 — e finalizando em São Paulo (SP) — no entroncamento com a BR-116.

Atravessa os estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.

Nomes populares

  • Rodovia Fernão Dias: trecho entre Contagem (MG) a São Paulo;
  • Miguel Curry Carneiro: trecho entre São Mateus e Nova Venécia, no ES.
  • ES-381: dentro do estado do Espírito Santo.

Principais produtos transportados

Industrializados e produção siderúrgica.

 

BR-040

A BR-040 é uma rodovia radial que se inicia em Brasília (DF) — no entroncamento com a BR-450 — e finaliza no Rio de Janeiro (RJ), na Rodoviária Novo Rio. Possui 1.178,7 quilômetros de extensão e atravessa o Distrito Federal, além dos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Nomes populares

  • Rodovia Presidente Juscelino Kubitschek: trecho entre Brasília (DF) e Petrópolis (RJ);
  • Rodovia Washington Luís: trecho entre Petrópolis (RJ) e Rio de Janeiro (RJ);
  • BR-135: trecho de Sete Lagoas (MG).

Principais produtos transportados

Derivados de parques siderúrgicos, carvão, eucalipto, móveis e industrializados.

 

BR-364

Possui cerca de 4.300 quilômetros de extensão, é uma rodovia diagonal que se inicia em Limeira (SP) — no km 153 da SP-330 — e vai até Rodrigues Alves (AC) — fronteira do Brasil com o Peru. Atravessa os estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre.

Nomes populares

  • Rodovia Marechal Rondom;
  • Rodovia Washington Luís (SP-310): em São Paulo, até o km 293;
  • Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326): São Paulo até a divisa com o estado de Minas Gerais;
  • Rodovia Chiquilito Erse: em Porto Velho (RO);
  • Rodovia Governador Edmundo Pinto: trecho entre Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).

Principais produtos transportados

Soja, milho, produtos de mineração e pecuária.

A importância de saber essas informações

Ter o conhecimento sobre a malha rodoviária do Brasil é essencial para otimizar o planejamento de rotas, considerando as características, restrições, cobranças de pedágio (que influenciam no valor do frete), entre outras coisas. Nesse sentido, é possível diminuir os custos referentes ao transporte de produtos.

 

Tem dúvidas sobre frete? Liga pra gente que a Estrela do Oriente está sempre pronta pra te ajudar.

 

Fonte: BlogLogística

 

Acidentes no trânsito têm impacto de R$ 199 bilhões na economia
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Um estudo com base nos indicadores do seguro obrigatório de automóveis DPVAT, divulgado na segunda-feira (14) pela Escola Nacional de Seguros, revela que os acidentes graves ocorridos no trânsito brasileiro em 2017 provocaram impacto econômico de R$ 199 bilhões, ou o correspondente a 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

O valor equivale ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas, caso os acidentes não tivessem ocorrido. De acordo com o estudo, os acidentes no trânsito mataram 41,1 mil pessoas no ano passado em todo o país e deixaram com invalidez permanente, que as afasta da atividade econômica que exerciam, outras 42,3 mil.

O número de pessoas mortas ou com alguma sequela permanente subiu 35,5% de 2016 (61,6 mil vítimas) para 2017 (83,5 mil), o que significa que a perda produtiva subiu nesse percentual de um ano para outro. O resultado se aproxima do total de vítimas fatais e pessoas com sequelas registrados em 2015 (100,4 mil).

Impactos

Embora o impacto econômico provocado pelos acidentes no trânsito em 2017 tenha sido maior no Sudeste (R$ 76,71 bilhões), a perda em comparação ao PIB foi a menor entre as regiões brasileiras (2,15%). A maior perda foi encontrada no Centro-Oeste, equivalente a 4,86% do PIB.

Por estados, a maior perda foi observada no Tocantins (7,09% do PIB), seguida do Piauí (6,42%) e Rondônia (5,87%). Já em números absolutos, São Paulo apresentou o maior impacto econômico em função dos acidentes de trânsito: R$ 30,91 bilhões. Em seguida, vêm Minas Gerais, com R$ 19,50 bilhões, e Rio de Janeiro (R$ 15,52 bilhões).

O estudo revelou que o maior número de mortes no trânsito ocorreu na Região Sudeste (14,01 mil), mas quando se consideram mortes mais sequelas permanentes, a liderança é exercida pelo Nordeste (29,3 mil). “Para ter uma ideia, em São Paulo morre quase a mesma quantidade de pessoas que a Região Sul. Só no estado de São Paulo, morrem 6,1 mil pessoas por ano, enquanto na Região Sul são 6,6 mil”.

Educação

Natália Oliveira ressaltou que o objetivo da sondagem é chamar a atenção para a necessidade de investimentos nessa área. “No momento em que a gente consegue quantificar monetariamente esses números, a gente espera que o governo consiga melhorar a punição, fiscalização, educação, que são os pilares para a redução dessa estatística”. Ela acredita que somente assim se poderá reverter esse quadro.

Ela acredita que quando há uma maior punição para os responsáveis pelos acidentes, o efeito é imediato no sentido de redução dos sinistros. Já o maior investimento em educação tem um retorno a longo prazo, mas que se mostra mais eficiente e mais consciente.

 

Fonte: Setcesp

Excesso de velocidade é a infração mais cometida pelos motoristas
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Conforme dados da Polícia Rodoviária Federal, de um modo geral as infrações de trânsito cometidas pelos veículos de carga seguem a tendência daquelas cometidas por outros tipos de veículos que transitam pelas rodovias. E no que se refere a infrações de trânsito, o excesso de velocidade foi a mais cometida no ano de 2017, sendo que a maioria dos infratores estava até 20% acima da velocidade máxima permitida. Em seguida vem as infrações por deixar de acender os faróis em rodovias durante o dia, conduzir veículo sem equipamento obrigatório ou com equipamento em desacordo, conduzir o veículo em mau estado de conservação e ainda a falta de uso do cinto de segurança.

O excesso de velocidade é uma das principais causas de acidentes nas rodovias federais em todo o país. É também o grande responsável pela ocorrência de muitos acidentes graves, aqueles que geralmente resultam em mortes ou vítima com ferimentos graves, gerando danos irreparáveis para as famílias – que perdem seus entes queridos – e um alto custo social, uma vez que impacta o sistema público de saúde e a previdência social. Trata-se de uma questão de comportamento, pois se o motorista escolher por trafegar respeitando a sinalização da via e os limites de velocidade, certamente evitará ser multado e terá reduzida a chance de se envolver em acidentes graves.

O uso do farol aceso durante o dia nas rodovias torna o veículo mais visível para outros motoristas e também para pedestres e ciclistas, contribuindo assim para redução de acidentes. Uma alternativa é o motorista colocar um lembrete em algum local do veículo para não esquecer de acender os faróis, evitando ser autuado e contribuindo para um trânsito mais seguro.

Falta de equipamento obrigatório no veículo, ou em desacordo com as exigências legais, mais a falta de manutenção, também são fatores que podem contribuir para um risco maior de acidentes e maior tempo de deslocamento. O veículo pode sofrer uma pane e ficar parado até que o reparo seja feito. São fatores que estão ligados diretamente à segurança nas estradas e, consequentemente, também dos ocupantes.

O uso do cinto de segurança, por sua vez, ainda é uma infração recorrente, apesar das campanhas e da fiscalização, fator que pode determinar a gravidade de lesões e até causar morte dependendo do acidente. Observa-se que se o condutor mudar seu comportamento, obedecer às leis de trânsito e a sinalização da via, não correrá o risco de ser multado e contribuirá para um trânsito mais seguro.

 

Fonte: Setcesp

Transportadores estão otimistas com o programa Conecta
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Os transportadores representantes de todos os modais comemoraram o lançamento do programa Conecta e acreditam que ele trará as inovações que o setor precisa. A iniciativa da CNT (Confederação Nacional do Transporte) foi criada para apoiar o desenvolvimento de startups que oferecem soluções inteligentes para desafios do setor de transporte e logística. O programa é realizado em parceria com o BMG UpTech e tem inscrições abertas até HOJE.
Para Francisco Cardoso, presidente da ABTI (Associação Brasileira de Transportadores Internacionais), a proposta da CNT vem no tempo certo. “Alguns empresários ainda não conseguiram entender o momento de transformação.  A gente sempre acha que a disrupção nunca vai acontecer com a gente, que está longe, mas temos um inimigo invisível de fora. Quem não inovar vai ficar para trás”, alerta.
Cardoso explica que o modal rodoviário de cargas carece de mudanças substanciais, como a chegada de aplicativos móveis e plataformas de frete que reduzam a ociosidade dos caminhões, que varia entre 30% e 40%, segundo ele. “Com essas tecnologias, as empresas podem compartilhar seus ativos tornando produtivas tanto a jornada do motorista quanto a utilização do seu equipamento”. Para ele, o diferencial do Conecta é executar grandes ideias dos empreendedores, dando a eles mentoria e investimentos para acelerar seus negócios.
Dimas Barreira, conselheiro da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), acredita que existe uma grande diferença de postura entre quem age e quem quer que o mundo fique como era no passado.  No setor rodoviário de passageiros, por exemplo, ele fala sobre a necessidade de soluções que flexibilizem a execução dos serviços. “A tecnologia vai garantir manutenção com mais facilidade e também vai permitir atender demandas de maneira mais objetiva”, observa. Outra possibilidade, de acordo com ele, é a interação com os usuários por meio dos smartphones. “A tecnologia já está transformando o setor e vai modificar ainda mais a maneira que a gente oferece o serviço. Precisamos estar preparados para isso”, ressalta.
De acordo com o presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Joubert Flores, as soluções tecnológicas são o futuro da mobilidade urbana. Ele explica que, geralmente, os usuários de metrô têm disposição de caminhar entre 500 m e 700 m para chegar ao terminal. Mas, quando, a distância é maior que isso, eles acabam ficando desestimulados. “Os aplicativos propostos pelo Conecta podem criar maneiras de integrar dois modais, fazendo com que o passageiro ganhe desconto num táxi até a chegada no metrô, por exemplo. Eles podem facilitar essa integração gerando economia de tempo e de dinheiro”, argumenta.
Já para o presidente da Fetramaz (Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia), Irani Bertolini, o programa é uma solução para o setor porque investir em inovação é essencial para o momento. “O transporte é feijão com arroz há 50, 100 anos. Precisamos inovar. Eu vejo a roda redonda há 60 anos, mas alguém precisa inventar uma nova forma de fazer ela rodar”. Para ele, o setor aquaviário precisa de tecnologias que melhorem a qualidade e a maneira de operar as embarcações. Outra demanda é uma comunicação online mais efetiva. “Evoluímos muito pouco e carecemos urgentemente de transformações”, pondera.
Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), ressalta que o setor aéreo tem como um dos seus pilares a inovação e o estímulo às novas ideias. Por isso, a associação sempre atua junto a iniciativas que fomentem tais princípios, como o Fórum de Inovação da CNT. “O Conecta é uma iniciativa muito relevante, já que permitirá a entrada de novos atores no mercado e soluções inovadoras para desafios nas áreas de transporte e logística. Além de trazer benefícios para o presente, buscar ideias para a modernização do setor é de grande importância para onde queremos estar nos próximos anos.”
Fonte: http://www.cnt.org.br
Contran amplia prazo para novas normas de segurança em caminhões basculantes
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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu suspender pelo período de um ano a Resolução nº 563/2015, que estabelece regras sobre o sistema de segurança para a circulação de veículos e implementos rodoviários.

A medida de suspender por um ano a Resolução 563/2015 foi com o objetivo de oferecer mais tempo para as empresas se adequarem às novas regras sobre o sistema de segurança para a circulação de veículos e implementos rodoviários do tipo carroceria basculante.

A resolução pretende garantir que os caminhões circulem com segurança nas vias públicas, de forma a evitar acidentes. Os itens de segurança que serão exigidos: a inclusão de um dispositivo de segurança primário, que impede o acionamento de tomada de força involuntária; um aparelho secundário, que é composto por avisos visuais e sonoros que alertam o motorista sobre o acionamento da tomada de força; e um equipamento eletrônico de segurança terciário, que garante que o caminhão não passe dos 10 km/h com a tomada de força ligada. Além disso, será exigida a apresentação do Certificado de Segurança Veicular (CSV) anualmente no licenciamento do veículo.

Tecnologia muda cenário nas rodovias do país
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Um país com dimensões continentais como o Brasil, dependente de sua malha rodoviária para a movimentação de sua produção, enfrenta e, por um bom tempo ainda, enfrentará grandes desafios na contratação e gestão de seus fretes rodoviários. Da mesma forma, a cadeia produtiva, dependente do transporte rodoviário de cargas (TRC), enfrenta problemas que perduram há décadas, problemas estes que vão desde o subinvestimento na manutenção de rodovias até os entraves e ineficiências provocados pelo distanciamento regulatório do setor às suas necessidades. O setor, em parte, tem características que permanecem inalteradas há mais de 50 anos, principalmente na busca e na contratação de caminhoneiros autônomos para a realização de fretes em transportadoras e embarcadores.

Pensar que, em 2018, grandes empresas do setor, que faturam bilhões de reais, ainda dependem da caderneta de um agenciador de cargas ou de suas planilhas de cadastro para contratar um frete é como se ainda dependêssemos de puxar o afogador de nossos carros aguardando o motor esquentar em dias frios. Soluções em transporte, roteirização e rastreamento de cargas surgiram – e continuam surgindo – em um curto espaço de tempo, tornando-se cada vez mais aderentes à rotina de pessoas e empresas de todas as classes e tamanhos.

Os aplicativos de frete rodoviário vieram para otimizar processos de contratação e acompanhamento de frete, reduzindo custos e gerando mais dinamismo e segurança. Pensar que, hoje em dia, um caminhoneiro não precisa acordar de madrugada, estacionar seu caminhão em um ponto de concentração de transportadoras e agenciadores de carga e ter que aguardar por horas a obtenção de um novo frete, podendo, apenas com um clique, se colocar disponível em um aplicativo e, a partir de então, passar a ser assediado pelas transportadoras é, sem sombra de dúvida, uma grande revolução para toda essa cadeia produtiva e na vida das pessoas que a integram. É a tecnologia otimizando processos, corrigindo ineficiências e, principalmente, levando qualidade de vida e valorização às pessoas.

Pesquisas do setor apontam que mais de 80% dos caminhoneiros do país têm acesso à internet via smartphone. Por esse motivo, a utilização de aplicativos de frete por caminhoneiros, transportadoras e embarcadores é uma realidade e um caminho sem volta. A tecnologia à disposição do setor já não é mais problema, assim como o acesso a ela, com soluções que abrangem todo o território nacional e que, em alguns casos, são gratuitas.

A figura do agenciador de cargas é antiga no setor, e sua necessidade sempre foi motivo de insatisfação por parte de transportadoras e caminhoneiros, visto que sua atuação se dá a partir da especulação em relação ao preço do frete. O agenciador de cargas nada mais é que um detentor de informação sobre a origem do frete. Com a disponibilização desses fretes em uma plataforma digital, no modelo de uma central de cargas por exemplo, sua necessidade, teoricamente, seria extinta.

Porém, o que vimos foi que essa parte da cadeia se adaptou a esse processo de evolução, atuando ativamente – e da mesma forma especulativa – como usuário dos aplicativos baseados em central de cargas.

Os aplicativos de primeira geração, por assim dizer, trouxeram uma série de vantagens ao setor, mas não conseguiram acabar com a figura do agenciador de cargas, ensejando a necessidade de uma evolução de seu modus operandi.

A solução encontrada pela segunda geração de aplicativos de carga foi investir em tecnologias de ponta que permitissem realizar a ligação direta entre transportadoras e caminhoneiros, sem exposição da carga e da rota. Para isso, foram empregados soluções e investimentos em infraestrutura de banco de dados, roteirização e programação, de forma que a transportadora pudesse encontrar, em todo o território nacional, um caminhoneiro proprietário de um equipamento (caminhão) com as características necessárias à realização do frete pretendido. Essa conexão direta entre transportadoras e caminhoneiros tornou o processo muito mais dinâmico para toda a cadeia, aumentou as opções de contratação de ambas as partes e, ainda, reduziu o custo de contratação.

A evolução dos aplicativos de carga deverá caminhar para muito além do que somente otimizar o processo de contratação de frete, passando a oferecer aos usuários uma série de serviços e benefícios financeiros e de inclusão social. Em um país como o Brasil, onde esses serviços ainda estão à margem de grande parte da população, a valorização desse universo de mais de 1,5 milhão de caminhoneiros, oriundos, em sua grande maioria, das classes C e D, geradores de consumo e renda, e parte essencial de nossa cadeia produtiva, é fundamental para o crescimento e desenvolvimento de sua sociedade.

Neste momento de retomada do crescimento econômico, a velha frase “se os caminhoneiros quiserem, param o Brasil” deve ser levada em consideração mais do que nunca se quisermos realmente avançar de forma sustentável e competitiva. E a tecnologia já fez a sua parte!

Fonte: Setcergs

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