Mês: abril 2018

IBGE registra aumento na demanda por serviços de transporte
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo IBGE, embora os setores de transporte, serviços auxiliares aos transportes e Correio tenham crescido nos dois primeiros meses de 2018, os empregos ainda registram queda.

 

Nos meses de janeiro e fevereiro, foi registrada alta de 2,2% na procura pelos serviços de transporte (volume de serviço). O incremento da demanada de fevereiro foi de 0,6% em relação ao mesmo mês de 2017, o que significa uma retração de 0,3% em relação a janeiro de 2018. Todos os segmentos, exceto o transporte aéreo, registraram aumento no volume de serviços.

Possivelmente, o desempenho negativo do transporte aéreo está relacionado, entre outros fatores, aos resultados obtidos pelos serviços de transporte aéreo não regular e de táxi aéreo. Os dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) mostram crescimento de demanda para os serviços de transporte aéreo de passageiros e cargas nos mercados doméstico e internacional.

No primeiro bimestre de 2018, a remuneração da atividade transportadora teve aumento de 5,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O incremento na receita nominal se deve à melhora nos segmentos de transporte terrestre e aéreo que, entre janeiro e fevereiro de 2018, tiveram alta de 6,1% e 6,4%, respectivamente.

Entretanto, no mercado de trabalho, o setor transportador segue fechando vagas formais de emprego. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, o setor de transporte, armazenagem e correio registraram redução de 5.148 postos em janeiro de 2018, sendo 4.221 relacionados a vínculos do transporte rodoviário (passageiros e cargas).

Esse número, apesar de negativo para o setor, mostra uma redução do ritmo de demissões em relação a janeiro de 2017, quando foram contabilizadas 11.961 vagas a menos para a atividade transportadora. A melhora dos indicadores econômicos e do volume de serviços apresentada pela PMS ajuda a explicar o motivo da redução do ritmo de fechamento de vagas.

 

Fonte: SETCEPAR

Usuários de rodovias podem baixar pela internet as notas fiscais dos pedágios.
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

Desde janeiro, usuários das rodovias paulistas podem obter documento fiscal da comprovação de pagamento por meio das páginas da internet das concessionárias. Em agosto de 2017, a Receita Federal publicou instrução normativa estabelecendo emissão de documento fiscal ou equivalente em praças de pedágio a partir de janeiro.

No dia 15 de dezembro, nova instrução normativa foi publicada pelo Diário Oficial da União contemplando a possibilidade de que o documento seja fornecido posteriormente ao pagamento nas praças de pedágio e disponibilizado ao usuário via internet. O serviço é oferecido por todas as 22 concessionárias que operam no Estado de São Paulo e também pelas concessionárias federais e de outros estados.

O Documento Fiscal Equivalente – DFE que é entregue atualmente nas praças de pedágio já é suficiente para a prestação de contas de despesas. Desde janeiro, ao acessar o site da concessionária, o usuário já pode também emitir um documento fiscal equivalente complementar em que constem informações adicionais como CPF ou CNPJ e o número da placa do veículo. A emissão documento fiscal estará disponível até sete dias após o pagamento do pedágio em dinheiro ou por sistemas de cobrança automática.

Para o usuário fazer a impressão do documento fiscal, deve seguir as seguintes orientações:

  1. Ao passar por uma praça de pedágio e pagar sua tarifa na cabine manual, guarde o Documento Fiscal Equivalente – DFE (recibo do pedágio) que comprova o pagamento;
  2. Acesse o website da Concessionária que administra a rodovia que você utilizou e informe os seguintes dados: número do DFE (recibo) de pagamento do pedágio, CPF ou CNPJ e placa do veículo.
  3. Usuários que pagarem pela cobrança automática poderão adotar o mesmo procedimento digitando no website o número do TAG (etiqueta eletrônica) ou da placa do veículo.
  4. O sistema gerará o documento fiscal que poderá ser impresso pelo usuário. Vale destacar que o documento fiscal estará disponível online até SETE dias para quem fizer o pagamento do pedágio em dinheiro e também para quem utiliza os sistemas de cobrança automática (tags/etiquetas eletrônicas).

Nada muda em termos tributários, tanto para as concessionárias quanto para o Governo do Estado de São Paulo.

Dicas de segurança. Para evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:

– Não entre na pista de pedágio automático se não tiver o tag ou se o tag estiver sem crédito ou desabilitado;

– Respeite o limite de velocidade máxima de 40 Km/h ao passar pelo pedágio;

– Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente;

– Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos;

– Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior a do seu veículo;

– Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca-alerta do seu veículo ligado até o atendimento.

 

Fonte: Setcesp

Você conhece as melhores práticas para o transporte de carga frágil?
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

A satisfação dos clientes é algo essencial para a boa performance da Estrela do Oriente. Independentemente do tipo de serviço prestado ou da razão social, todas os processos devem ser precisos e bem planejados.

Neste artigo selecionamos 5 dicas para que você ofereça um transporte de carga frágil de excelência para os seus clientes. Continue a leitura e saiba mais!

1. Tenha um espaço de armazenagem adequado

Antes de tomar qualquer atitude, saiba que as cargas frágeis são armazenadas isoladamente de todos os produtos no nosso estoque. Assim, elas necessitam de condições especiais de empilhamento, ventilação e até mesmo de cuidados com o calor e a umidade.

 2. Utilize embalagens corretas

A embalagem de um produto, além de dar nome e facilitar a sua identificação, serve para protegê-lo de acidentes e outros imprevistos. Então, as caixas utilizadas para armazenar uma carga frágil devem ser adequadas às suas necessidades, sendo preferencialmente rígidas e mais resistentes.

Nessas horas, o plástico bolha pode ser de grande ajuda, facilitando o preenchimento de espaços vazios e diminuindo impactos.

3. Identifique a carga frágil

Uma carga frágil deve ser facilmente identificada. Para nossos funcionários sempre reconhecê-la com um simples olhar, por isso não se esqueça de usar avisos para identificar a existência desse tipo de produto em todos os casos possíveis

4. Opte por uma transportadora

Infelizmente alguns profissionais utilizam o serviço dos Correios para o transporte de suas mercadorias. Em situações normais, esse serviço pode ser muito eficiente, mas quando se trata do transporte de carga frágil isso nem sempre acontece.

Portanto, a Estrela do Oriente é especializada e oferece as condições ideais para o transporte de uma carga frágil. Dessa forma garantimos sempre a satisfação dos nossos clientes.

5. Tenha atenção na hora de transportar a carga frágil

O transporte de uma carga frágil é um momento muito importante. As embalagens devem ficar em cima de outras mercadorias para que nenhum dano ou problema aconteça. Além disso, quando empilhadas, certifique-se de fixar todo o conjunto para dar mais estabilidade e segurança.

Com as dicas acima você pode otimizar seu transporte de carga frágil, então saiba que a Estrela do Oriente está sempre a sua disposição para tirar quaisquer dúvidas e te auxiliar da melhor maneira possível.

Quem tem Estrela brilha!

Conheça os 6 Principais Tipos de Caminhão Existentes
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

CONHEÇA AQUI OS 6 PRINCIPAIS TIPOS DE CAMINHÃO EXISTENTES

Você sabia que existem diferentes tipos de caminhão e que eles podem ser classificados de acordo com seu tamanho e capacidade máxima (em peso e cubagem), entre outros fatores? Essas características ajudam a definir o tipo certo de transporte para os diferentes tipos de cargas e trajetos, como em casos de regiões onde há restrição de trânsito para veículos grandes.

 

Para ajudar você a ficar por dentro do assunto, apresentaremos a seguir os 6 tipos de caminhão mais comuns utilizados no transporte de cargas. Continue conosco e descubra quais são eles!

  1. Veículo Urbano de Carga

Consiste em um veículo de menor porte, mais utilizado em áreas urbanas — essencial para os grandes centros que restringem a circulação de grandes caminhões. O Tamanho varia de 2,2 metros a 6,3 metros de comprimento e possui a capacidade máxima de 3 toneladas.

 

  1. Caminhões 3/4

Já esse caminhão possui o limite máximo de 4 toneladas por carga. Porém, vale ressaltar que o peso que ele suporta depende do tamanho da carroceria e da distância entre os eixos (que, nesse caso, são 2).

  1. Caminhão semipesado (Toco)

O Toco, como é mais conhecido, possui dois eixos — um na parte dianteira e outro na traseira — e geralmente possui um comprimento de 14 metros. A capacidade de carga é de 6 toneladas, o que faz com que o peso bruto (veículo + carga) seja de 16 toneladas, no máximo.

  1. Caminhão pesado (Truck)

Já o Truck, diferentemente do Toco, possui dois eixos duplos — um na parte dianteira e outro na traseira, este último ajudando na força do motor —, o que garante um desempenho um pouco superior. Também possui comprimento máximo de 14 metros, mas o peso bruto máximo é maior: 23 toneladas.

  1. Carreta

A carreta é um dos tipos de caminhão mais utilizado para o transporte de cargas. Ela possui duas partes bem definidas:

  • o cavalo, que é onde fica localizado o motor e a cabine. Pode estar atrelado a um ou mais semirreboques;
  • a carroceria, que é onde a carga é acondicionada para o transporte.

Existem 3 tipos principais. Sendo que:

Carreta com dois eixos

Chega a um comprimento máximo de 18 metros e pode transportar até 33 toneladas. A estrutura consiste em um cavalo mecânico (com 2 eixos) e semirreboque (com mais 2 eixos).

Carreta com três eixos

O comprimento também pode chegar a 18 metros, mas, por ter um eixo a mais, comporta um peso bruto maior: até 41,5 toneladas. Nesse caso, o cavalo mecânico também possui 2 eixos.

Carreta cavalo trucado

O comprimento é o mesmo dos dois casos acima (18 metros) e também conta com um semirreboque com 3 eixos — como no caso da carreta com 3 eixos. A diferença está no cavalo mecânico, que é trucado. Isso faz com que o veículo tenha uma estrutura reforçada que aumenta a capacidade em peso bruto, com limite de 45 toneladas.

  1. Tipos de caminhão combinado

Bitrem

Também é conhecido como Treminhão. Esse tipo de veículo possui duas articulações e uma combinação que conta com 7 eixos, garantindo uma capacidade de até 57 toneladas. Normalmente, a estrutura conta com um cavalo mecânico trucado.

Rodotrem

A estrutura conta com 3 articulações e é formada por um cavalo mecânico trucado e dois semirreboques, que estão ligados por um equipamento chamado Dolly (que está atrelado à 5ª roda). Ele possui uma capacidade máxima de 74 toneladas, mas, vale ressaltar, precisa de autorização especial de trânsito (AET) para circular.

Os tipos de caminhão são diversificados dessa forma para que os gestores tomem decisões mais acertadas na hora de planejar a consolidação das cargas e seu devido transporte. Assim, torna-se possível otimizar os custos e ainda atender a alguma exigência ou restrição.

 

Fonte: Bloglogística

Você sabe o que é Logística Sustentável
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

Uma das tendências mais relevantes no meio empresarial engloba o conceito de sustentabilidade e suas ramificações no processo produtivo. Sua importância reside na tentativa de encontrar um equilíbrio entre a utilização dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente para as futuras gerações.

 

Todos esses fatores são combinados com uma demanda da própria sociedade, que exige que as organizações sejam responsáveis pelo espaço que degradam. Por isso, é preciso tornar a logística sustentável uma realidade em todos os segmentos da economia e no cotidiano das pessoas.

A sua empresa também é capaz de ser ecologicamente correta. Quer saber como? Continue com a leitura deste artigo.

Qual é o conceito da sustentabilidade?

Sustentabilidade é um termo que remete ao futuro, mais especificamente aos recursos naturais disponíveis para suprir a vida nos próximos séculos. Essa expressão também representa a forma como as pessoas e organizações interagem com a natureza.

Quando considerada pela ótica do mercado, a sustentabilidade pode ter foco econômico. Isso quer dizer que medidas que buscam melhor utilização dos recursos podem resultar em benefícios financeiros.

Já o significado mais amplo do desenvolvimento sustentável prima pela preservação ambiental que não é motivada pelo lucro. Ou seja, mesmo que não haja incentivos, a natureza deve permanecer intacta para o próprio bem da sociedade.

Portanto, constitui também uma responsabilidade, tanto de empresas como de indivíduos, trabalhar rumo à conservação ambiental.

Como implementar a sustentabilidade em sua operação logística?

Os projetos relativos à sustentabilidade no campo da logística devem partir do princípio de que é possível obter resultados financeiros ao mesmo tempo em que se estabelece o respeito ao meio ambiente.

A criação de políticas sustentáveis deve estar inserida de forma eficaz no planejamento estratégico das organizações e integrada em sua cultura organizacional para obter melhores resultados.

Com isso, é possível desenvolver diretrizes para guiar as ações necessárias para a execução do plano de logística sustentável.

Um dos exemplos de empresas que modificaram sua estrutura para acomodar suas políticas ambientais é a Coca-Cola. Uma parte de seus produtos é retornável, o que motiva a reutilização de embalagens.

A sua operação logística também foi adaptada para que o mesmo veículo que entrega as bebidas realize a coleta das garrafas vazias.

Mesmo pequenas empresas são capazes de instituir iniciativas socioambientais bem-sucedidas, ainda que em menor escala, tais como:

  • redução do consumo de papel e dos insumos de impressão;
  • utilização de lâmpadas de maior eficiência energética para reduzir o consumo de energia elétrica;
  • priorização da utilização de veículos novos e mais eficientes quanto ao consumo de combustível e à produtividade;
  • otimização das rotas de entrega para realizar um maior número possível de remessas em uma única viagem;
  • incentivo à utilização de embalagens recicláveis ou reutilizáveis;
  • conscientização sobre o correto descarte do lixo e rejeitos;
  • estímulo ao abastecimento de combustíveis menos poluentes, como o etanol e o biodiesel.

Entre as empresas brasileiras, a Natura investe recursos consideráveis para construir uma imagem ecológica. Essa atitude integra seu processo produtivo e cria um importante fluxo de reciclagem das suas caixas, bem como busca reduzir a utilização de plástico com a comercialização de refis e embalagens mais econômicas.

Porque vale a pena investir em projetos de sustentabilidade?

A principal razão é descrita como a construção de uma relação saudável com a natureza e sua repercussão na comunidade. Esse tipo de medida tem potencial para desenvolver uma imagem organizacional positiva.

Para facilitar a compreensão, os resultados das ações voltadas para a preservação do meio ambiente devem ser expressos em valores tangíveis para a percepção de suas vantagens.

Assim, é preciso falar em hectares quadrados de floresta revitalizados e em quantidades de nascentes de rio recuperadas para despertar interesse.

Além dos aspectos econômico e mercantil, a sustentabilidade contribui para a ampliação de empreendimentos mais conscientes, como é o caso do papel desempenhado pela logística sustentável nas transportadoras.

 

Fonte: bloglogistica

O que é CARGA FRACIONADA e CARGA COMPLETA?
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

O que é carga fracionada?

A carga fracionada trata do envio de pequenos volumes. Em um caminhão, são colocados os pedidos de diversos clientes que sozinhos não seriam suficientes para aproveitar a ocupação total. Dessa forma, paga-se apenas pelo espaço que é usado dentro do caminhão, além de ratear outros custos — como o pedágio — entre todas as cargas enviadas. Isso significa que um único veículo pode atender dois ou mais clientes na mesma viagem, considerando uma rota previamente planejada. Isso é benéfico para todos os envolvidos: as transportadoras evitam arcar com a ociosidade, os embarcadores otimizam os custos e os clientes recebem os pedidos no endereço e no prazo combinado. Por outro lado, existe a preocupação de consolidar as cargas para aproveitar melhor a capacidade do caminhão, o que pode acarretar prazos maiores.

O que é carga completa?

A carga completa — também conhecida como carga lotação e carga fechada — é uma modalidade na qual o caminhão é carregado com pedidos de apenas um embarcador. Isso pode acontecer devido ao grande volume transportado, restrições do cliente em relação ao compartilhamento do veículo e/ou urgência na entrega.

Quais são as principais diferenças entre as duas?

Como vimos até aqui, os conceitos das duas modalidades se diferem bastante. Isso não quer dizer que uma é melhor que a outra, mas sim que elas atendem a necessidades distintas. Vamos entender melhor quais são essas particularidades:

Aplicações

Por lidar com poucos volumes de pedidos, a carga fracionada costuma ser mais utilizada em operações B2C (relação entre empresa e consumidor final). É o que acontece com os e-commerces: essas empresas atendem clientes espalhados em várias regiões, o que inviabiliza o uso de apenas um veículo para a entrega — seja pelo custo, prazo ou pelo fato de que as cargas não ocuparam o veículo totalmente. Já a carga completa está mais voltada para operações B2B (relação de venda entre duas empresas), dado o grande volume dos pedidos. Os principais exemplos são: Envio de cargas da fábrica para o centro de distribuição; Envio do fornecedor para o distribuidor (atacado ou varejo); Transferência de cargas entre unidades.

Planejamento de rota

O transporte de carga completa pode seguir uma rota fixa, visto que sai da origem e vai direto para o destino. Já no caso da carga fracionada, é necessário fazer o planejamento de rotas visando contemplar todos os pontos de atendimento, ao mesmo tempo em que se otimiza os custos do frete.

Custo do transporte

É difícil estabelecer qual opção será a mais vantajosa em termos de custos, já que essa escolha depende de diversos fatores como a natureza dos produtos e as necessidades dos clientes. Nesse sentido, pode-se dizer que a carga lotação oferece mais vantagens para envio de grandes volumes. A fracionada, por outro lado, é melhor para quem tem muitos clientes que compram poucos itens.

Segurança da carga

De maneira geral, pode-se dizer que o transporte fracionado oferece menos segurança para as cargas, dado a quantidade de etapas intermediárias e o excesso de manuseio. Por isso, essa modalidade requer um cuidado maior para evitar perdas e outras ocorrências que podem afetar a satisfação dos clientes.

Lead time do pedido

De modo geral, podemos dizer que a carga lotação tem prazo total (desde a separação do pedido até a entrega) menor que a carga fracionada. Isso acontece porque diminui-se o número de etapas necessárias e cumpre-se a rota direto ao destino, sem paradas. Como podemos ver, entender o que é carga fracionada e carga lotação é fundamental para otimizar as rotinas e os custos logísticos, já que cada um atende a propósitos diferentes e têm suas vantagens e desvantagens.

 

Fonte: bloglogistica

Caminhões que podem ser dirigidos com CNH de carro
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

Você sabia que é possível dirigir caminhões usando Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do tipo B, a mesma de carros? O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que o motorista pode dirigir veículos cujo peso bruto total (soma do peso do veículo mais a capacidade de carga) seja igual ou menor que 3,5 quilos. Entram nessa categoria desde vans com opção chassi até pequenos caminhões. Só que, para exercer atividade remunerada com veículos, o motorista deve pedir ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que essa informação seja incluída em sua CNH. O processo inclui a realização de um exame psicológico no ato da solicitação e a cada renovação do documento, sendo que o valor desse exame varia de acordo com cada estado.

Veja abaixo a lista de modelos que podem ser conduzidos por motoristas com CNH B:

Volkswagen Delivery Express

O menor membro da família de caminhões da Volkswagen chega às concessionárias neste mês, e é o único modelo da marca que pode ser dirigido com CNH B. Traz uma série de semelhanças com os carros da marca, como o visual do quadro de instrumentos, da alavanca de câmbio e dos botões no console central. Tem volante regulável em altura e profundidade, e pode receber, opcionalmente, ar-condicionado. Segundo a Volkswagen, seu airbag de passageiros é o maior da América Latina, com 160 litros.

Hyundai HR

Sua lista de equipamentos inclui travas e vidros elétricos e direção hidráulica, mas não é possível ter ar-condicionado nem como opcional. Tem capacidade para 3 passageiros.

Kia Bongo

O Bongo é o “primo” do Hyundai HR. Os dois compartilham a base e o conjunto mecânico, embora o Bongo tenha capacidade de carga ligeiramente maior. Uma outra diferença é que o Bongo não é produzido na mesma fábrica do HR, mas importado do Uruguai. Apesar da distância geográfica de fábricas, o nível de equipamentos dos dois modelos é semelhante. O Bongo também não possui ar-condicionado e traz direção hidráulica e vidros elétricos.

Mercedes-Benz Sprinter

A Sprinter pertence à divisão de vans da Mercedes-Benz, mas o modelo possui uma versão chassi, com peso bruto total de 3,5 quilos. São duas opções de carroceria: com entre-eixos de 3,67 metros ou 4,33 metros. Na sua versão mais comprida, pode chegar a quase 7 metros, o maior modelo desta lista. Sua lista de equipamentos tem como itens opcionais ar-condicionado, volante multifuncional e controle de velocidade de cruzeiro. Vale lembrar que a Sprinter ganhou uma nova geração há pouco.

Iveco Daily 35S14

Quando equipado com todos seus opcionais, o Daily se torna tão equipado quanto um automóvel. Há ar-condicionado, travas e vidros elétricos, controle de velocidade de cruzeiro, retrovisor com aquecimento e central multimídia com navegação. Mas sua lista de itens de série é mais modesta, incluindo apenas direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura e computador de bordo.

Foton Minitruck 3.5-14 ST/DT

O Minitruck 3.5-14 tem versões com eixo traseiro com roda simples ou dupla. Ele também é cerca de 1 metro mais comprido, além de ter um motor 20 cavalos mais potente que o 3.5-12, que chega ao Brasil ainda no primeiro semestre. Sua lista de equipamentos é bem completa, incluindo ar-condicionado, direção hidráulica, volante regulável, travas e vidros elétricos e rádio com entrada USB.

Jac V260

O V260 é o menos potente da turma, fruto de seu motor de menor cilindrada. No entanto, seu preço é o mais baixo e sua lista de equipamentos é bastante completa, sem opcionais. Traz, de série, ar-condicionado, direção hidráulica, rádio, travas e vidros elétricos e até uma câmera frontal, que grava o que acontece no trânsito e promete baixar o valor do seguro.

Fiat Ducato Chassi

Um dos mais recentes lançamentos do segmento, a Ducato ganhou uma nova geração. E, pela primeira vez, há uma opção chassi-cabine. Importada do México, traz o mesmo motor do modelo anterior, um 2.3 de 130 cavalos aliado ao câmbio manual de 6 marchas. Assim como em outros modelos, o ar-condicionado e o ajuste elétrico dos retrovisores são itens opcionais. Tem direção hidráulica e carregador USB de série.

Renault Master

A Master foi a van mais vendida do Brasil em 2017, mas a Renault também oferece uma versão chassi, que, de acordo com o implemento, pode ser usada como um pequeno caminhão. Tem uma das melhores capacidades de carga desta lista.

Fonte: G1

Fretes rodoviários têm alta de até 40% no país
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

O atraso no plantio de soja nesta safra 2017/18 e o excesso de chuvas em fevereiro no Sul e no Centro-Oeste do país concentraram boa parte da colheita em março e motivaram forte alta dos custos para o escoamento do grão. Com o incremento da demanda, não acompanhado pela expansão da oferta de caminhões, os fretes rodoviários no mês passado subiram ao maior patamar em dois anos.

 

Em algumas regiões do Paraná, por exemplo, o aumento em relação ao mesmo mês do ano passado superou 40%. “O principal fator para essa alta foi a convergência entre os picos de colheita do Centro-Oeste e do Sul, depois de um atraso geral.

 

Normalmente, os trabalhos no campo e a necessidade de caminhões [para o escoamento] são escalonados”, diz Samuel Silva Neto, economista do grupo de pesquisa e extensão em logística da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (EsalqLog/USP).

 

Todo esse atraso também ampliou a disputa de soja e açúcar por caminhões, já que março é o mês em que normalmente as usinas limpam seus estoques para começar a safra nova, em abril. “Nas rotas que ligam os polos sucroalcooleiros do interior de São Paulo ao porto de Santos, houve um aumento de preços do frete para o açúcar de cerca de 30%, já que os caminhões estavam levando grãos”, afirma Silva Neto.

 

Colaborou para esse quadro o fato de a oferta das transportadoras ter diminuído depois da crise econômica. “Dois anos de problemas graves fizeram muitas transportadoras fecharem e caminhoneiros deixarem a profissão. Agora a retomada da economia começou, mas ainda há menos motoristas disponíveis”, afirma Lauro Valdívia, técnico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística).

 

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea/Famato) calcula que em algumas rotas do Estado os preços dos fretes para o transporte de soja superaram a média dos últimos cinco anos. De Sorriso a Santos, o valor médio chegou a R$ 316,67 a tonelada em março (até o dia 23), 5,12% mais que no mesmo mês de 2017 e 0,9% acima de fevereiro. A média dos últimos cinco anos para março é R$ 301,25. Segundo levantamento da EsalqLog, o frete subiu 2,89% nessa rota na comparação anual, para R$ 332,70 a tonelada.

 

A cereja do bolo foram as fortes chuvas de fevereiro em diversas regiões produtoras do Centro-Sul, que atrasaram o carregamento dos caminhões e deixaram estradas intransitáveis, adiando parte do transporte para março “A chuva também reduz a velocidade média das carretas e aumenta o tempo nas filas para descarregar as mercadorias”, lembra Thiago Guilherme Péra, coordenador técnico da EsalqLog.

 

Em rodovias como a BR-163, que vai do Norte de Mato Grosso aos portos do Arco Norte, as chuvas ressuscitaram os buracos que ano após ano insistem em tumultuar a vida de caminhoneiros e tradings e provocaram diversas paralisações temporárias do tráfego. A reportagem do Valor seguiu por esse caminho em fevereiro e testemunhou crateras e carretas quebradas ao longo dos 1,2 quilômetros que ligam Sinop (MT), a Miritituba, distrito do município de Itaituba, no Pará. Resumo: o preço do frete subiu mais de 24%. De Sorriso a Itaituba, o valor passou de R$ 215,09, em março de 2017, para R$ 267,57 a tonelada no mês passado.

 

Neste mês de abril, a tendência é que a alta perca fôlego em relação a março, mas isso não significa que a pressão vai acabar. Provavelmente os preços dos fretes ficarão, em média, em níveis superiores aos de abril do ano passado. “Mas o pico com certeza ficará com março”, afirma Silva Neto.

 

Para o segundo semestre, os valores dependerão do tamanho da safrinha de milho. Mas como a colheita será menor que no ano passado, a expectativa é de queda em relação ao primeiro semestre. Mas, se o volume da safrinha ultrapassar 60 milhões de toneladas, as exportações ficarão mais aquecidas e os valores poderão ficar acima dos registrados no segundo semestre de 2017.

 

Apesar disso, o setor de transporte não comemora. Segundo Valdívia, da NT&C, após dois anos de preços estáveis há uma defasagem de 20,6% para cobrir os custos nos fretes para carga de lotação, que inclui transporte agrícola.  “Com a crise, toda a cadeia foi afetada e o pagamento dos fretes, além de baixo em relação aos custos, está atrasado para metade das companhias”, afirma ele.

 

No agronegócio, o principal custo para o transportador, responsável por 35% do total, é o diesel, que aumentou 23% desde julho do ano passado, quando a Petrobras mudou sua política de reajuste de combustíveis. “Quer dizer, esse aumento de março ajuda, mas não compensa todos nossos gastos”, diz Valdívia.

 

Para o segundo semestre de 2018, ele acredita que haverá um aumento ainda maior nos custos das transportadoras, em virtude da necessidade de reposição de mão-de-obra. “É bom recontratar, mas como os motoristas foram para outros setores e não é fácil repor gente especializada no transporte de cargas, prevemos problemas e altos custos”.

 

Fonte: SETCESP

ANTT lança rede inteligente de mapeamento logístico
Compartilhe esse conteudo nas redes sociais

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) lançou em evento com servidores da Agência, o programa Canal Verde Brasil, uma rede inteligente de acompanhamento e mapeamento dos fluxos logísticos nos corredores e de integração de base dados interagências.

O programa, sob responsabilidade da ANTT, faz parte da política voltada para a desburocratização e redução do custo logístico, com objetivo principal de aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. A lógica do Canal Verde Brasil é a percepção eletrônica e permanente de fluxos de transporte nos principais corredores logísticos do Brasil e a integração entre bancos de dados da ANTT e de parceiros estratégicos, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Receita Federal do Brasil (RFB), o Ministério do Trabalho (MT), secretarias estaduais de fazenda, entre outros. Dessa forma, é possível agregar valor ao dado captado e utilizá-lo para fins regulatórios, tributários, de segurança, e, sobretudo, de produção de dados, informações e conhecimento acerca dos fluxos logísticos.

Benefícios – De acordo com o gerente de Fiscalização da ANTT, João Paulo de Souza, “o principal diferencial do Canal Verde Brasil é o controle eletrônico e unificado do poder público sobre a circulação de mercadorias e de viagens de passageiros no Brasil. Esse controle reduz o custo decorrente da parada do transporte para a fiscalização e amplia a frequência de viagens, aumentando a rentabilidade dos investidores. A longo prazo, o Canal Verde Brasil será fundamental para consolidar no país o Operador Econômico Autorizado (OEA), que visa controlar os fluxos de exportação e importação por meio da vantagem de tornar mais célere as operações dos atores que adotam política de compliance, ou seja, que atuam de acordo com a lei e têm vantagem competitiva com essa postura. O Canal Verde Brasil vai tornar o país mais competitivo”.

Mas para o gerente, os benefícios do programa vão além da redução de custos logísticos e de fiscalização. Para ele, o compartilhamento de dados, informações e conhecimentos reduz o custeio e o investimento do poder público em atividades redundantes de fiscalização. Além disso, na opinião do gerente, o Canal Verde Brasil proporciona aumento da segurança jurídica nos transportes terrestres, pois retira o fator subjetivo da fiscalização. “O cumprimento das normas relativas ao transporte passa a ser verificado por meio de algoritmos, de modo que é suprimido o subjetivismo decorrente da variação de interpretação da norma, ou seja, passa a vigorar uma única interpretação, previamente definida”, explica o gestor.

Funcionamento – O Canal é baseado em sistema de reconhecimento ótico de caracteres da placa de veículo, conhecido pela sigla inglesa OCR (Optical Character Recognition), combinado com formas de identificação redundantes, em especial de identificação do veículo por meio de radiofrequência. Daí a necessidade de instalação do chip nos veículos, o qual devido a interoperabilidade são versáteis e permitem por exemplo sua utilização para a cobrança automática de pedágio em rodovias concedidas.

Essas tecnologias estão presentes nos pontos de leitura do Canal Verde Brasil, que são os responsáveis por captar e distribuir os dados. Atualmente, estão implantados 41 pontos, que correspondem a quase 75% do total. Até julho deste ano, serão implantados mais 14 pontos de leitura, totalizando 55 espalhados por todo o território nacional.

 

Fonte: ABAR

CONHEÇA NOSSOS SERVIÇOS.

Entre em contato conosco. Teremos um enorme prazer em atendê-lo!

Loading...