Mês: março 2018

Você Conhece a Lei do Motorista?
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A rotina de trabalho dos caminhoneiros não é nada fácil. Enfrentar horas a fio na condução de um veículo que exige destreza e segurança, sem falar na responsabilidade sobre a carga que está levando, costuma ser um trabalho árduo.

Em virtude disso, as discussões sobre melhorias na qualidade de vida no trabalho para estes profissionais tem sido alvo de debates há vários anos, o que culminou na Lei 13.103/2015, também chamada de Lei do Caminhoneiro. As alterações que ela trouxe, você vai saber agora mesmo:

Controle de jornada

A jornada do caminhoneiro sempre foi um tema delicado. Muitos dirigiam por 12, 16, 20 horas seguidas para cumprir com cronogramas apertados de entregas. O sono e o cansaço eram combatidos com muito café.

Para aliviar a pressão sofrida, a nova Lei do Caminhoneiro determina que a jornada destes profissionais é de 8 horas diárias, podendo ser estendida por mais 4 horas em situações excepcionais. No entanto, o que não fica claro é quanto ao início e término da jornada de trabalho.

Desconsiderando as 8 horas ininterruptas de descanso, o motorista tem 16 horas para distribuir as movimentações da carga, o que pode significar jornadas em horários noturnos, os quais demandam o pagamento de adicional noturno por parte do empregador.

Além disso, o controle da jornada passa a ser responsabilidade tanto da empresa contratante quanto do motorista: diários de bordo e rastreamento do veículo permitem saber se as regras estão sendo cumpridas.

Descanso

Como forma de facilitar o deslocamento e, ao mesmo tempo, garantir um bom descanso aos caminhoneiros, a Lei 13.103/2015 também alterou dispositivos da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho para que os motoristas possam descansar 8 horas consecutivas entre uma jornada e outra e mais 3 horas distribuídas ao longo do dia, coincidindo ou não com os 30 minutos de descanso a cada 5h30 de direção.

O fracionamento do descanso pode ser visto sob dois aspectos: um positivo, pois o caminhoneiro pode decidir quando parar; e outro negativo, pois o trabalhador pode ficar à mercê do comando do empregador para efetuar tal descanso. Tudo dependerá da relação entre contratante e contratado.

Tempo de espera

Este é o artigo mais contraditório da Lei 13.103/2015, pois afirma que o tempo de espera não configurará jornada de trabalho e só poderá ser considerado tempo de descanso a partir de 2 horas de espera.

O texto da Lei diz ainda que o caminhoneiro poderá fazer movimentações necessárias do veículo sem cômputo de tais ações como jornada de trabalho. No entanto, terá assegurado o descanso de 8 horas ininterruptas mesmo com o tempo de espera superando as 2 horas. E vai além: só será considerado descanso se houver condições adequadas de descanso para o trabalhador. Em outras palavras, o tempo de espera dentro do veículo, em uma determinada estrada sem recursos como hotéis, restaurantes ou paradas, não será considerado descanso, tampouco, jornada de trabalho.

Saúde e segurança

Os motoristas contratados terão direito a um seguro obrigatório no valor de 10 vezes o piso salarial da categoria, caso venha a ocorrer o falecimento do caminhoneiro por qualquer motivo. Além disso, visando garantir a saúde e segurança dos profissionais, os exames toxicológicos ficam mais rigorosos.

Os motoristas contratados passarão por exames periódicos, a cada 90 dias, e os autônomos serão submetidos a exames toxicológicos no momento da contratação e da finalização do trabalho.

Algumas mudanças foram positivas, enquanto outras suscitam ainda mais dúvidas quanto à atuação do caminhoneiro. E você, o que pensa a respeito destas alterações? Deixe seu comentário!

 

Fonte: Blog LupeOn

Novas regras de amarração de carga.
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Os caminhões, implementos rodoviários e carrocerias sobre chassi fabricados até 31 de dezembro de 2016, devem atender as exigências da Resolução nº 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece uma série de regras para a amarração de cargas.

Publicada em setembro de 2015, a Resolução nº 552 definiu em sua redação quais serão os dispositivos de amarração permitidos e a forma de construção dos pontos de fixação nas carrocerias e implementos rodoviários.

 

Ao longo dos últimos dois anos desde a publicação da Resolução nº 552, o Contran realizou três alterações por meio de outras Resoluções, como por exemplo, a nº 588 que estabeleceu novas regras para as carrocerias de madeira, a nº 631 que alterou as regras para as mesmas carrocerias de madeira afim de evitar a sua extinção e a nº 676 que estabeleceu novas exigências para a fabricação de pontos de amarração e identificação dos fabricantes dos mesmos.

 

Apesar das frequentes alterações na primeira Resolução, o prazo para adequação às novas regras não foi alterado. Em 1º de Janeiro de 2017 as exigências passaram a valer para os veículos, implementos rodoviários e carrocerias sobre chassi fabricados a partir desta data. Já para os fabricados até 31 de dezembro 2016.
A amarração de cargas em todos os veículos deve ser feita levando em consideração as seguintes regras e exigências:

– Dispositivos de amarração: Devem ser utilizados como dispositivos de amarração, cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total a ruptura por tração de, no mínimo 2 vezes o peso da carga. Já as barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores podem ser utilizados como dispositivos adicionais.

Fica proibido: A utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura, quando exigível.

– Posicionamento dos dispositivos de amarração: De acordo com a Resolução nº 552, os dispositivos de amarração só podem ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria. Caso não ocupe totalmente o espaço interno, os dispositivos de amarração devem ser passados pela parte interna.

 

– Carrocerias de madeira: As carrocerias em circulação e fabricadas até 31 de dezembro de 2016 devem conter perfis metálicos em “L” ou “U” nos pontos de fixação, fixados nas travessas da estrutura por parafusos, de modo a permitir a soldagem do gancho nesse perfil e a garantir a resistência necessária.

Fica proibido: A utilização de pontos de fixação constituídos em madeira.

– Transporte de cargas indivisíveis: Para o transporte de cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha ou carroceria, como por exemplo, máquinas e equipamentos, devem ser feitos pelo menos 4 pontos de amarração, por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entres esses tipos.
– Transporte em baú ou sider: Nos veículos do tipo baú lonado (tipo “sider”), as lonas laterais não podem ser consideradas como estrutura de contenção da carga, devendo existir pontos de amarração em número suficiente.

Já nos veículos com carroceria inteiramente fechada (furgão carga geral, baú isotérmico, baú frigorífico, etc.), as paredes podem ser consideradas como estrutura de contenção, sendo opcional a existência de pontos de amarração internos.

 

– Deslocamento longitudinal da carga: Com o intuito de evitar o esmagamento da cabine devido ao descolamento da carga, a resolução 552 determina que o transportador utilize dispositivos diagonais que impeçam a movimentação da carga tanto para frente como para trás, quando a mesma não ocupar totalmente o espaço interno da carroceria no sentido longitudinal.

 

Fica proibido: Em casos que o painel frontal da carroceria seja utilizado como batente frontal (contenção da carga), fica proibida a circulação de veículos cuja carga ultrapasse a altura do painel frontal e exista a possibilidade de deslizamento longitudinal da parte da carga que está acima do painel frontal.

 

Penalidades 
Os veículos que forem flagrados descumprindo as regras estabelecidas pela Resolução nº 552 do Contran, estarão sujeitos as sansões e penalidades impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
As penalidades variam de infrações leves a gravíssimas com aplicação de multa à retenção do veículo para regularização.

Foram necessários 18 anos para que a regulamentação da amarração de cargas fosse definida. Vale ressaltar ainda que as novas exigências além de visar a própria segurança do condutor do veículo de carga, garante também maior segurança para os condutores e passageiros dos demais veículos em circulação.

 

Fonte: “Blog Caminhões e Carretas”

Dicas para segurança nas estradas
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A Estrela do Oriente te fala 10 dicas úteis para evitar assaltos nas estradas. As recomendações foram  elaboradas pelo gerente de segurança do Grupo GR. Niv Steiman. Se não for possível fugir dos congestionamentos, siga as seguintes orientações:

1 – Dirija com vidros fechados, usando o sistema de ventilação e portas travadas

Dessa forma, você estará mais protegido e dificultará a ação de meliantes, pricipalmente se o carro for blindado. Nesse caso, deve-se lembrar que manter as portas travadas, o que nem sempre acontece.

2 – Evite também deixar à mostra embrulhos, pastas e bolsas

O ideal é colocá-los no porta-malas do carro. Evite ostentar o uso de joias, celulares, notebooks ou tablets, que são objetos de valor, que acabam chamando atenção de bandidos.

3 – Ao parar, fique atento ao retrovisor de seu carro e mantenha o veículo engatado

Ao ficar preparado para arrancar em caso de emergência, pode-se evitar uma abordagem por parte dos meliantes. Mas, para isso, o ideal é fazer um curso de direção defensiva para saber exatamente como proceder.

4 – Evite atividades que tire sua atenção do ambiente ao redor

Se você estiver lendo jornal, ou falando ao celular no meio do congestionamento, pode ser abordado de repente, sem chances de esboçar alguma reação.

 5 – Se perceber estar sendo seguido por outro veículo, aja com naturalidade

Nesse caso, a melhor coisa a fazer é seguir em direção a alguma via movimentada, mas de maneira que ninguém perceba que você já notou que está sendo seguido.

6 – Se  ocorrer uma leve colisão na traseira, não pare

Mais um caso em que é melhor seguir para um local mais movimentado e procurar uma viatura policial. Meliantes podem se aproveitar esse tipo de situação para assaltar.

7 – Nunca dê carona a estranhos ou preste ajuda em lugares ermos

Principalmente em horários avançados, em locais de pouco movimento, pode ser convidativo para ladrões agirem contra motoristas e passageiros.

8 – Se um dos pneus esvaziar sem motivo, evite parar num primeiro momento

Outra situação em que é mais recomendável não parar em qualquer lugar. Siga devagar, mesmo com o pneu furado até um local mais seguro e movimentado antes de fazer a troca do pneu furado.

9 – Não pare para discutir “fechadas” ou “batidinhas”

Infelizmente, também é possível que ladrões tentem provocar “batidinhas” ou fechadas para assaltar. Porém, mais uma vez, evite parar o carro, o que pode facilitar a ação dos bandidos.

10 – Procure não transportar valores quando estiver desacompanhado

Os ladrões sempre observam que tipo de objetos estão sendo transportados no carro e qual é o risco de darem o bote. Se o carro estiver com mais de um ocupante, as chances são menores dos meliantes decidirem atacar.

 

Fonte: Ig Carros.

Mercado de Galpões Logísticos Cresce
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A NAI Brazil realizou uma consultoria, o mercado de galpões logísticos deve crescer este ano na região Sul, com potencial de absorção bruta em torno de 145 mil metros quadrados, crescimento de 30% em relação a 2017.

Segundo a publicação, com a inflação sob controle e a economia ensaiando uma sensível recuperação, o varejo já dá sinais de melhora e é possível prever redução da vacância. O setor deve recuperar parte das perdas, mesmo com forte pressão dos clientes para que as empresas de condomínios logísticos baixem o preço. “Conforme o ciclo, o inquilino ainda terá mais poder de barganha mesmo com uma perspectiva de retomada da economia”, explica Rogério Luz, gerente da NAI.

Desempenho
A Região Sul terminou 2017 com um valor médio pedido por metro quadrado de R$ 17,08 ante R$ 16,55 no mesmo período em 2016. A absorção bruta foi de 120 mil metros quadrados em 2017 ante 224 mil metros quadrados em 2016. Já a absorção líquida foi de 88 mil metros quadrados, conta 109 mil metros quadrados em 2016.

Cenário nacional
Ainda que o primeiro semestre de 2017 tenha registrado pouca movimentação, a segunda metade do ano mostrou números animadores, que projetam cenário melhor para 2018, de acordo com a NAI Brazil. A expectativa é de que em dois anos a relação entre demanda e oferta esteja mais equilibrada.
A absorção bruta em 2017 ficou 24% abaixo do que foi registrado em 2016. A disponibilidade já esteve maior e foi sendo reduzida ao longo do ano, mas encerrou 2017 nos mesmos patamares de 2016, próximo a 26%. “Mesmo que a entrega de novos empreendimentos tenha sido menor se comparada aos anos anteriores, a absorção líquida não evoluiu no mesmo ritmo e foi determinante para manutenção da disponibilidade ainda em patamares elevados”, informou o gerente nacional da NAI Brazil, Rogério Luz.
Ainda de acordo com Luz, o valor médio pedido por metro quadrado, no país, foi de R$ 19,03, ante R$ 19,29 no trimestre anterior. No estado de São Paulo, o preço pedido passou de R$ 18,65 para R$ 19,18. A absorção bruta no mercado paulista foi de 900 mil metros quadrados, e a líquida, de 368 mil metros quadrados. Foram entregues 58 mil metros quadrados no estado de outubro a dezembro. A vacância ficou em 27%, abaixo dos 28,8% do fim de outubro.

 

Fonte:  Setcesp

A importância do curso de MOPP no transporte de cargas perigosas
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O carreteiro que dirige caminhão com carga perigosa deve ter sua atenção redobrada ao conduzir esse tipo de veículo, afinal, qualquer imprevisto pode ser fatal, tanto para ele quanto para as pessoas que estiverem próximas do local de um eventual acidente.

Produtos perigosos são todas as substâncias ou artigos encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo que, por suas características físico-químicas, representem risco para a saúde das pessoas, para a segurança pública ou para o meio ambiente. A definição deixa evidente a responsabilidade do motorista que transporta carga perigosa, e, para isso, ele deve estar preparado, pois esse tipo de transporte é cercado de exigências.

Uma delas é o curso de Movimentação e Operação de Produtos Perigosos, mais conhecido como MOPP.O curso visa conceituar o produto perigoso, mostrar a legislação específica e as responsabilidades na operacionalização e no tráfego desses produtos. Mas é importante ressaltar que esse curso não habilita o motorista para a condução de produtos perigosos.

Seu objetivo principal é proporcionar condições para que o carreteiro conduza o veículo com segurança, preservando a sua integridade física, a integridade da carga, do caminhão e do meio ambiente, além de prestar um primeiro atendimento emergencial na ocorrência de qualquer acidente. O curso de MOPP deve permitir que o condutor conheça e aplique os preceitos de segurança adquiridos durante o treinamento e faça uso de comportamentos preventivos e de procedimentos em caso de emergência, especialmente desenvolvidos para cada uma das classes de produtos perigosos.

Durante o curso – oferecido pelo SEST SENAT – são trabalhados temas como legislação de trânsito, direção defensiva, noções básicas de primeiros socorros, respeito ao meio ambiente, prevenção de incêndios e legislação de produtos perigosos. Os carreteiros que transportam produtos perigosos devem ficar atentos também ao curso de reciclagem obrigatório para todos os motoristas, independentemente da época em que foi realizado o curso de MOPP, pois o mesmo tem validade de cinco anos. Os trabalhadores do transporte são o público-alvo do curso de MOPP. O curso tem uma carga horária de 20 horas, sendo que o aluno deverá realizar uma avaliação ao final do curso e obter uma nota maior ou igual a 60.

Fonte: Setcepar

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